Pode até ser que o modo de preparo mude, mas ninguém tira do brasileiro a empolgação na hora de tomar aquele cafezinho que perfuma a casa e reúne todo mundo à mesa. No Dia Nacional do Café, comemorado nesta terça-feira (24), a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) aponta em pesquisa que o mercado de café em cápsula deverá registrar um crescimento superior a 100% de 2014 até 2019. A entidade aponta que colocar a cápsula para preparar a bebida já é uma tendência e isso vale tanto em cafeterias como em bares, restaurantes, escritórios e demais ambientes de trabalho.
Atualmente no país esse segmento corresponde a 0,6% do volume total consumido, o que representa em torno de 980 mil toneladas. Até 2019, as cápsulas deverão chegar a 1,1% do consumo, um crescimento médio anual de 15,3% em cinco anos, podendo crescer mais de 100% nesse período e chegar a 1,126 milhão de toneladas. Dessa forma, espera-se que o mercado de cápsulas movimente R$ 2,2 bilhões com 12 mil toneladas de café até 2019. A pesquisa atribui esse crescimento à maior disponibilidade de cápsulas e também a preços acessíveis do produto, fatores conjugados que serão grandes impulsionadores desse consumo.
O diretor-executivo da Abic, Nathan Herszkowicz diz em comunicado à imprensa que o desenvolvimento desse segmento de cápsulas poderá gerar boas oportunidades de negócios a inúmeras empresas de todos os portes. “Mas é preciso auxiliar e apoiar o industrial no conhecimento dos atributos positivos do café em cápsula, a fim de que ele ofereça aos consumidores a certeza da qualidade do produto. Exatamente por isso, a entidade, que já conta com outros Programas de Certificação para Pureza e Qualidade do Café Torrado e Moído, também desenvolveu agora a certificação de cafés em cápsulas”, declara no documento.
A pesquisa ainda afirma que o mercado de café em cápsula continuará crescendo em ritmo acelerado, apresentando maiores taxas de crescimento global. O preço mais baixo e o crescimento do consumo dará impulso à categoria.
Pesquisa
A pesquisa também sugere que a crise causa desaceleração do consumo no curto prazo, mas a ‘premiunização’ (categoria superior de café com grãos cuidadosamente selecionados e blends diferentes) se mantém como importante fator de consumo. E destaca três pontos importantes: o café tradicional em pó de preço mais baixo ganha espaço no curto prazo por conta da crise e dos altos índices de desemprego. Por outro lado, produtos de melhor qualidade seguirão firmes no longo prazo. Além disso, apesar do aumento dos custos operacionais de produção, a qualidade não será afetada.
No geral, os dados da pesquisa são positivos e motivadores para o mercado de food service (mercado de alimentação fora do lar). Nesse caso, a pesquisa demonstrou que há uma concentração de 68% no varejo e de 32% no food service. A projeção dos dados é de aumento do food service para 36% e de redução do varejo para 64%, o que mostra que o consumidor buscará mais o consumo do café fora do lar. O Relatório ainda destaca em suas análises que o consumo de café deverá crescer no período de 2016 a 2017 a uma taxa de 2,9%, possibilitando que o consumo anual do Brasil chegue a 21,3 milhões de sacas de 60 kg no final do próximo ano.
O Relatório também destaca que 58% dos pesquisados disseram que ainda não foram afetados pela crise, e, assim, se mostraram totalmente dispostos a manter o mesmo nível de consumo das marcas utilizadas. Em contrapartida, 41% dos que se disseram prejudicados pelo momento econômico manifestaram interesse em manter o consumo, mas com marcas mais baratas.
Brasil exportou 36,045 milhões de sacas nos últimos 12 meses
O Brasil exportou 36,045 milhões de sacas de café de 60 kg que geraram US$ 5,549 bilhões de receita cambial nos últimos 12 meses. Os dados são do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – Cecafé, instituição integrante do Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As informações levam em consideração o período de maio de 2015 a abril de 2016.
Neste ano, no primeiro quadrimestre de 2016, foram exportadas 11,228 milhões de sacas de café. Os 10 principais destinos dos cafés com melhor qualidade e preço (2,323 milhões de toneladas) foram os Estados Unidos, Japão, Itália, Alemanha, Bélgica, Reino Unido, Espanha, Austrália, Suécia e Canadá. No mês de abril de 2016 foram exportados 2,406 milhões de sacas de café, queda de 25% sobre o valor exportado no mesmo período de 2015.
FONTE: Notícias Agrícolas // Gazeta do Povo
O consumo de café em cápsulas no Brasil é uma tendência que veio para ficar e se consolidar nos lares e também fora deles, tanto em cafeterias como em bares, restaurantes, escritórios e demais ambientes de trabalho. Tanto é assim que pesquisa recente realizada no nosso País patrocinada pela Associação Brasileira da Indústria de Café – ABIC constatou que o mercado de café em cápsulas deverá registrar um crescimento superior a 100 % no período de 2014 a 2019.
A ABIC congrega atualmente 450 empresas torrefadoras que respondem por mais de 80% do consumo de café no mercado interno. Especificamente em relação ao mercado de cafés em cápsulas, segundo a Associação, em 2014 eram apenas 8 torrefadoras atuando nesse segmento e hoje são mais de 90, com tendência de crescimento nos próximos anos. Praticidade no preparo, conveniência e alta qualidade das bebidas ofertadas em cápsulas explicam grande parte do sucesso dessa moderna tecnologia de consumo de café, além, óbvio, do seu alto valor agregado para as indústrias.
Nesse sentido, a ABIC, atenta ao crescimento exponencial que esse novo segmento de consumo de café vem tendo no País e, para assegurar cada vez mais a qualidade da bebida do produtor ao consumidor, desenvolveu um programa de certificação dessas monodoses com o emprego de uma metodologia própria e específica para a avaliação da qualidade dos cafés em cápsulas.
Para Nathan Herszkowicz, Diretor-Executivo da ABIC, “o desenvolvimento desse segmento de cápsulas poderá gerar boas oportunidades de negócios a inúmeras empresas de todos os portes. Entretanto, é preciso auxiliar e apoiar o industrial no conhecimento dos atributos positivos do café em cápsula, a fim de que ele ofereça aos consumidores a certeza da qualidade do produto. Exatamente por isso, a entidade, que já conta com outros Programas de Certificação para Pureza e Qualidade do Café Torrado e Moído, também desenvolveu agora a certificação de cafés em cápsulas”, conclui.
Esclarece ainda o dirigente da ABIC que a metodologia para avaliação das características da bebida de café em cápsulas foi desenvolvida nos últimos doze meses em trabalho conjunto do Grupo de Avaliação do Café – GAC, do Sindicato das Indústrias de Café de São Paulo – Sindicafesp, Instituto de Tecnologia de Alimentos – ITAL e Laboratório Carvalhaes, todos também de São Paulo, que são laboratórios credenciados pela ABIC para análise de café, com apoio do Instituto Totum, responsável pelo gerenciamento do programa. O objetivo principal é oferecer ao industrial uma avaliação global do seu produto, como as características da crema (cor, brilho, persistência, consistência), os atributos da bebida, como amargor, adstringência, corpo e sabor, e a intensidade da bebida, que é o grau de persistência do aftertaste (retrogosto), avaliado em uma escala de 0 a 10, além de características físicas, como peso do café, ponto de torra, granulometria e espessura da crema, entre outros atributos.
Assim, a avaliação das cápsulas se baseia no uso da análise sensorial do café, que é amplamente difundida em todo o mundo atualmente. No Brasil, o Programa de Qualidade do Café – PQC, da ABIC, que conta hoje com 586 produtos certificados nas categorias Tradicional (301), Superior (129) e Gourmet (156), já utilizou método similar em mais de 4.000 laudos de cafés torrados/moídos para filtrados e/ou expressos. No momento, essa experiência será utilizada para avaliar os cafés em cápsulas das diversas marcas e sistemas de produção existentes no país. Para participar desse programa, à semelhança dos demais empreendidos pela Associação, os interessados devem aderir voluntariamente e, nesse caso, após a avaliação do produto, serão autorizados a utilizarem o Selo de Certificação ABIC para Café em Cápsula.
A ABIC é uma das instituições integrantes do Conselho Deliberativo da Política do Café – CDPC, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa. Conselho que congrega representantes da iniciativa privada e do governo. Pela iniciativa privada fazem parte: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA; Conselho Nacional do Café – CNC; Associação Brasileira da Indústria de Café – ABIC; Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel – ABICS; e Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – CeCafé; e pelo governo: Mapa, Ministério da Fazenda – MF, Ministério das Relações Exteriores – MRE, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC e Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MPOG. Compete ao CDPC, entre outras atribuições legais, aprovar os projetos de pesquisa do Consórcio Pesquisa Café e os financiamentos do setor, além dos recursos aplicados na pesquisa pelo Fundo de Defesa da Economia Cafeeira – Funcafé.
FONTE: Embrapa // Ariquemes on line // Cenario MT
O consumo de café em cápsula tem crescido continuamente em todo o mundo e também no Brasil. Praticidade, conveniência e alta qualidade explicam o sucesso dessas monodoses e seu alto valor agregado. Atenta ao desenvolvimento vertiginoso que vem tendo este segmento no país (em 2014 eram apenas 8 torrefadoras atuando no setor; hoje são mais de 90), a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), que congrega mais de 450 empresas que respondem por mais de 80% do consumo no mercado interno, desenvolveu um programa de certificação com metodologia específica para avaliação do café em cápsula.
Para a ABIC, o desenvolvimento desse segmento de mercado poderá gerar boas oportunidades de negócios a inúmeras empresas de todos os portes; entretanto, é preciso auxiliar e apoiar o industrial no conhecimento dos atributos de qualidade de café em cápsula, a fim de que ofereça aos consumidores qualidades diferenciadas. Exatamente por isso, a entidade, que já conta com Programas de Certificação para Pureza e Qualidade do Café Torrado/Moído, passa a contar com a certificação de cafés em cápsulas.
A metodologia para avaliação das características da bebida de café em cápsulas foi desenvolvida no último ano em trabalho conjunto pelo GAC – Grupo de Avaliação do Café, do Sindicafé – São Paulo, do ITAL – Instituto de Tecnologia de Alimentos e o Lab Carvalhaes, que são laboratórios credenciados pela ABIC para análise de café, com apoio do Instituto Totum, responsável pelo gerenciamento do programa. O objetivo é oferecer ao industrial uma avaliação global do seu produto, como as características da crema (cor, brilho, persistência, consistência), os atributos da bebida, como amargor, adstringência, corpo e sabor, e a intensidade da bebida, que é o grau de persistência do aftertaste (retrogosto), avaliado em uma escala de 0 a 10, além de características físicas, como peso do café, ponto de torra, granulometria e espessura da crema, entre outros.
A avaliação das cápsulas se baseia no uso da análise sensorial para o café, hoje largamente difundida em todo o mundo. No Brasil, o Programa de Qualidade do Café – PQC, da ABIC, que conta hoje com 586 produtos certificados nas categorias Tradicional (301), Superior (129) e Gourmet (156), já a utilizou em mais de 4.000 laudos de cafés torrados/moídos para filtrados ou expressos. Agora, esta experiência será utilizada para avaliar os cafés em cápsulas das diversas marcas e sistemas existentes no país. O programa é por adesão e, após avaliação do produto, será autorizado o direito de uso do Selo de Certificação ABIC para Café em Cápsula, cujo laudo vai indicar a intensidade da bebida, que poderá ser impressa nas embalagens.
FONTE: Paraíba Total
O problema da mobilidade nos grandes centros urbanos e a preocupação com a qualidade de vida dos funcionários têm levado cada vez mais as empresas a adotarem programas de trabalho à distância. Com o provável agravamento da crise hídrica no período de seca (outono), que deve provocar racionamento em função do maior consumo, o teletrabalho é uma opção para as empresas continuarem operando normalmente. A prática também contribui para reduzir o consumo de energia elétrica no escritório, num momento de escassez do insumo.
Além de reduzir o consumo de água e luz, as empresas que adotam o trabalho a distancia têm um aumento e produtividade entre 10% e 40%, segundo estimativas do economista Sergio Volk, do IBEF-SP, que usou como base dados econômicos do IPEA e da FGV. O teletrabalho reduz em 10% o turnover e em cerca de 25% o absenteísmo.
A fim de aprimorar essa modalidade de trabalho no País, dando mais segurança à empresa e ao colaborador, levando-se em conta que a maioria das empresas que adota o home office não possui um contrato específico, a Sociedade Brasileira de Teletrabalhos e Teleatividades (SOBRATT) criou a Certificação de Boas Práticas em Teletrabalho. A concepção e gerenciamento da certificação é do Instituto Totum.
Pesquisa realizada pela SOBRATT com 88 empresas, de grande e médio porte, mostrou que 66,67% delas não possuem contrato específico para o trabalho remoto, e 83,33% informaram que não oferecem treinamento especial.
Para obter o selo da SOBRATT, que é renovado a cada ano, a empresa deve obedecer às normas de boas práticas que se apoiam em cinco pilares: processo de teletrabalho, tecnologia de informação e comunicação, segurança jurídica, gestão de pessoas e cultura organizacional.
O processo de obtenção do Selo começa com uma autoavaliação feita pela empresa, e se caso seja atingida a pontuação necessária, o Instituto Totum realiza uma auditoria na documentação. Na sequência, a Comissão de Certificação avaliará o processo e, se a empresa for aprovada, receberá o selo de Boas Práticas em Teletrabalho.
“É muito importante definir as práticas gerenciais para gestão de pessoas, assegurando atendimento a requisitos legais, e garantindo os critérios e indicadores para a prestação de serviços, controle de acesso, avaliação de desempenho e condições de trabalho”, afirma Alvaro Mello, presidente da SOBRATT.
“O selo é uma chancela de que a empresa segue as boas práticas de teletrabalho, tanto no gerenciamento de pessoas como no tocante a requisitos legais e tecnologia”, diz o sócio-diretor do Instituto Totum, Fernando Giachini Lopes.
Das empresas entrevistadas pela SOBRATT em outubro, 43,90% se mostraram satisfeitas com os resultados obtidos com o teletrabalho e pretendem ampliar a modalidade para outras áreas. A maioria, 73,91%, tem experiência de mais de dois anos com home office.
A pesquisa revelou ainda que a adoção da modalidade esbarra na questão cultural das empresas e dos gestores, que temem perder controle sobre o tempo e a produtividade dos funcionários remotos, além da dificuldade de adaptação dos colaboradores e questões jurídicas.
FONTE: RhCentral
O Instituto Totum é um Organismo de Certificação de Produto acreditado pela Coordenação Geral de Acreditação do Inmetro (sob o número OCP 0169).
Somos acreditados para os seguinte escopos de certificação:

Caso sua organização esteja interessada em se certificar, clique nos formulários abaixo para obter a proposta de Certificação.
FM.PRO.715 – SOLICITAÇÃO DE CERTIFICAÇÃO – Rótulo Ambiental – Energia Elétrica Renovável
FM.PRO.716 – SOLICITAÇÃO DE CERTIFICAÇÃO – Rótulo Ambiental – Neutralização de Carbono
FM.PRO.710 – SOLICITAÇÃO DE CERTIFICAÇÃO – EGT no âmbito do PBQP-H
Para obter mais informações, entre em contato com o Instituto Totum através do e-mail: tatiane@institutototum.com.br ou no telefone (11) 3372-9576.
O Instituto Totum não realiza serviços de auditoria de certificação em organizações nas quais possa existir qualquer tipo de conflito de interesse e não presta serviços de consultoria para certificação de produto. Para mais detalhes, consulte nossa Declaração de Imparcialidade clicando aqui.
O Brazil Windpower, maior congresso e feira sobre energia eólica da América Latina, que será realizado entre os dias 1º e 3 de setembro, no Rio de Janeiro, será também o primeiro evento a usar o Selo de Energia Renovável. O evento adquiriu os Certificados de Energia Renovável gerados pelo parque eólico certificado da empresa Honda Energy e receberá, assim, o Selo de Certificação de Energia Renovável, uma iniciativa inédita no país.
Realizado anualmente, o Brazil Windpower, promovido pelo Grupo CanalEnergia em conjunto com a ABEEólica e o GWEC, obteve um montante de selos suficiente para garantir a realização certificada das próximas cinco edições. Fontes renováveis complementares como a solar, eólica, PCHs e biomassa são cada vez mais demandadas pelos consumidores de energia. Para o diretor do INSTITUTO TOTUM, Fernando G. Lopes, o Selo funciona como uma espécie de elo entre produtores e consumidores de energia. “O Programa do Selo de Energia Renovável é a única iniciativa do mercado de energia que faz a ligação entre produtores de energia renovável de baixo impacto socioambiental e consumidores de energia interessados na promoção dessas fontes diferenciadas, sendo que o Certificado de Energia Renovável é a forma pela qual essa certificação se materializa”, disse.
A presidente executiva da ABEEólica, Elbia Gannoum, ressalta a relevância que esse reconhecimento possui. “A certificação deste evento sobre energia eólica é um importante marco para o Programa de Certificação em Energia Renovável e também para o Brazil Windpower, que cresce e se consolida ao mesmo ritmo que a indústria eólica brasileira”, conclui.
FONTE: CanalEnergia.com.br // Revista Meio Ambiente // Diário dos Ventos
Em São Paulo, o Tribunal de Justiça está mudando a rotina de trabalho para aumentar a produtividade dos funcionários.
Você gostaria de trabalhar em casa? No Tribunal de Justiça de São Paulo, 87 funcionários podem fazer isso duas vezes por semana. O programa foi implantado em maio deste ano. É permitido por lei, desde que haja acordo entre as partes.
“Nós começamos a notar que o trânsito caótico, não só da capital, mas das grandes cidades, estava transtornando a rotina do funcionário. E isso não dava um rendimento que nós esperávamos”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, José Renato Nalini.
O resultado surpreendeu: a produção média de cada trabalhador subiu 30%. Em alguns casos, quase dobrou.
A escrevente Simone Sato faz parte do programa: vai ao tribunal às segundas, quartas e sextas. Perde quatro horas no trânsito. Por isso gosta tanto de trabalhar em casa.
“A gente não perde o tempo no deslocamento, não tem o estresse do trânsito, então acho que a qualidade de vida melhora 100%”, opinou Simone.
Para essa experiência dar certo, é preciso ter muita disciplina. Afinal, a gente vai estar em casa, mas o tempo nosso tem que ser dedicado ao trabalho do escritório. Ou seja, tem que estabelecer limites dentro de casa para que nada interrompa o trabalho.
A escrevente Cláudia Evelin Antunes também fica em casa dois dias da semana, e criou um espaço reservado para as tarefas do cartório.
“Eu consigo focar no que eu tenho que fazer. Eu estou no meu horário de trabalho. Então, a casa tem o horário dela”, contou Cláudia.
Segundo o presidente da Associação Brasileira de Trabalho à Distância, já existem 8 milhões de pessoas no país que transformaram a casa em escritório – muitas vezes por uma necessidade também de empresas que se mudam para lugares menores.
“Aí tem economia de aluguel, se for espaço alugado, estacionamento, luz, energia, enfim, tudo isso”, apontou Álvaro Melo, presidente da Sociedade Brasileira de Teletrabalho.
Eliana Aguiar, gerente de Recursos Humanos, é veterana nesse assunto: desde 2013, ela tira dois dias da semana pra trabalhar em casa. De quebra, ela ainda pode revezar o local de trabalho e aproveitar a bela vista que tem em casa.
“Isso me deixa, às vezes, mais concentrada. Ou então eu paro um pouquinho para relaxar na minha uma hora e fico aqui, então sem dúvida tenho esse privilégio”, disse Eliana.
FONTE: Globo.com
A Feira Tecnocarne apresentará no dia 12 de agosto, a partir das 14 horas, no espaço Meeting Business Tecnocarne & Leite, palestra com Mariana Bertelli, diretora de novos negócios da Myleus Biotecnologia – empresa que desenvolveu testes de DNA para garantir a autenticidade de produtos de origem animal e vegetal.
Bertelli falará sobre o tema “Teste de DNA no combate à fraude em alimentos”, usando como um dos cases, o Selo de Pureza 100% Búfalo.
O Selo de Pureza da Associação Brasileira de Criadores de Búfalos (ABCB) está consolidado no mercado há 15 anos e desde 2011 realiza testes de DNA que identificam mozzarellas de búfala puras, por meio da tecnologia desenvolvida pela Myleus em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais.
Atualmente, mais da metade dos produtores brasileiros acrescentam leite de vaca durante a fabricação de derivados de leite de búfala, sem informar ao consumidor.
“Abordarei o problema da fraude por substituição de espécies em alimentos com exemplos internacionais e nacionais, e apresentarei as soluções que a Myleus Biotecnologia oferece para auxiliar produtores, indústrias, supermercados e restaurantes a se protegerem da fraude e agregarem mais valor aos seus produtos”, afirma Bertelli.
Além do Selo de Pureza 100% Búfalo da ABCB, a Myleus executa trabalhos para a indústria de alimentos, supermercados, restaurantes e redes de fast food, importadores, entre outros clientes públicos e privados.
A 12ª edição da TecnoCarne & Leite acontece no São Paulo Expo, entre 11 e 13 de agosto e é a mais completa feira do setor, reunindo os principais players do mercado de carnes e leite do Brasil. O encontro terá um ciclo de palestras voltadas para as inovações da indústria da carne e lácteos. As palestras são gratuitas e acontecem simultaneamente às atividades da feira, sempre a partir das 14 horas. As inscrições podem ser feitas no local com pré cadastro pelo site www.tecnocarne.com.br.
SERVIÇO
12ª TecnoCarne & Leite – Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria da Carne e do Leite
Data: De 11 a 13 de agosto de 2015
Horário: Terça à Quinta das 10h às 19h – Entrada somente até as 18h
Local: São Paulo Expo – São Paulo
www.tecnocarne.com.br
Imprensa: ABCB – 11-3255-4618
Contato para imprensa
Favo Comunicação Integrada
charles@favocomunicacao.com.br
Fone: 11- 959577528
FONTE: Selo de Pureza da Búfala // UOL // Portal R7 // Monitor Mercantil // Jornal do Commercio // Jornal Corporativo // Food Ingredientes // Comunica SP // Bonde.Com // Cruz Vermelha Brasil // Mercado Global // Onlife Magazine // PR Newswire
por Adriana Bifulco
O evento, que acontece entre os dias 1º e 3 de setembro, irá usar energia eólica para sua realização, por meio da aquisição de CER do Parque Eólico da Honda Energy
O Brazil Windpower, maior evento sobre energia eólica da América Latina, será realizado entre 1º e 3 de setembro, no Rio, e é o primeiro evento a usar o Selo de Energia Renovável. A organização do evento adquiriu os Certificados de Energia Renovável (CER) gerados pelo Parque Eólico Certificado da empresa Honda Energy e receberá, assim, o Selo de Certificação de Energia Renovável, uma iniciativa inédita no País.
Realizado anualmente, o Brazil Windpower adquiriu um montante de selos suficiente para garantir a realização certificada, das próximas cinco edições.
Fontes renováveis complementares como a solar, eólica, PCHs e biomassa são cada vez mais demandadas pelos consumidores de energia. Para o diretor do Instituto Totum, Fernando G. Lopes, “o Programa do Selo de Energia Renovável é a única iniciativa do mercado de energia que faz a ligação entre produtores de energia renovável de baixo impacto socioambiental e consumidores de energia interessados na promoção dessas fontes diferenciadas, sendo que o Certificado de Energia Renovável é a forma pela qual essa certificação se materializa”.
“A certificação deste evento sobre Energia Eólica é um importante marco para o Programa de Certificação em Energia Renovável e também para o Brazil Windpower, que cresce e se consolida ao mesmo ritmo que a indústria eólica brasileira”, comemora Elbia Gannoum, presidente executiva da ABEEólica.
Sobre o Instituto Totum:
É um Organismo de Certificação que atua no mercado de auditorias independentes, Selos e Programas de Autorregulamentação desde 2006, gerenciando mais de uma dezena de selos e programas de certificação nos mais variados segmentos. Fornece soluções integradas aos clientes, desde a concepção até a operacionalização de projetos que visam a integração e o desenvolvimento das cadeias de negócios, por meio de Selos e Certificações Setoriais.
Sobre a Abeeólica:
Representando empresas pertencentes à cadeia produtiva de toda a indústria eólica, a ABEEólica, instituição privada sem fins lucrativos, contribui, desde a sua fundação, de forma efetiva, para o desenvolvimento e o reconhecimento da energia eólica como fonte limpa, renovável, de baixo impacto ambiental, competitiva e estratégica na composição da matriz elétrica nacional.
Ao promover a fonte eólica, a ABEEólica tem atuado de forma permanente e estratégica, representando seus associados junto a importantes instituições.
FONTE: SEGS
por Andrea Torrente
Da próxima vez que for comprar muçarela de búfala, redobre a atenção. É bem provável que o produto que você for levar para casa, na verdade, seja feito com leite de vaca. Análises realizadas pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) revelaram que das 17 marcas de muçarela de búfala mais conhecidas no mercado brasileiro, apenas oito foram feitas com 100% de leite de búfala. As demais contêm porcentagens variáveis de leite de vaca, o que descaracteriza o produto. Em um caso, o leite utilizado foi 100% de vaca.
A coleta das amostras foi realizada pelo Instituto Totum, organismo de certificação independente, e pela Associação Brasileira de Criadores de Búfalo (ABCB) com o intuito de ajudar o consumidor. “Com a prática de misturar leite de vaca durante a fabricação para baratear custos, os produtores privam o consumidor das qualidades nutritivas da muçarela de búfala; não informam isso nas embalagens e até usam substâncias branqueadoras para mascarar o queijo impuro”, comentaram em nota.
Os produtos impuros são vendidos nos supermercados, sem as informações corretas no rótulo e vendidas para restaurantes. No entanto, a ABCB orienta o consumidor a procurar as marcas que apresentem o selo de pureza 100% Búfalo em suas embalagens. O selo existe há 13 anos e é concedido aos laticínios produzidos exclusivamente com leite bubalino, sem adição de leite de vaca ou outras substâncias.
O leite de búfala tem características nutricionais superiores ao leite de vaca: possui mais cálcio, vitaminas, proteínas e menos colesterol, o que resulta em queijos mais saudáveis.
Veja as oito marcas aprovadas, consideradas puras:
1 – Bom Destino
2 – Búfala Almeida Prado
3 – Bufalíssima Natal
4 – Búfalo D´Oeste
5 -Búfalo Dourado
6 – Di Búfalo
7 – Estância Alambari
8 – La Vera
Quatro delas – Búfala Almeida Prado, Bom Destino, La Vera e Búfalo Dourado – são comercializadas em Curitiba.
Nove marcas foram reprovadas nos testes de qualificação, sendo que algumas utilizam em sua composição mais de 50% de leite de vaca, omitindo essa informação em seus rótulos.
Confira as marcas reprovadas:
1 – Biancolatte – 50% de leite de vaca
2 – Brava – 10% de leite de vaca
3 – Bufalat – 100% de leite de vaca
4 – Buffa – 5% de leite de vaca
5 – La Bufalina – 70% de leite de vaca
6 – Nacon – 1% de leite de vaca
7 – Vitalatte – 5% de leite de vaca
8 – Yema – 93% de leite de vaca
9 – Montezuma – 30% de leite de vaca
FONTE: Gazeta do Povo
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