A comercializadora do grupo Neoenergia concluiu o processo de Certificação Internacional de Energia Renovável (I-REC) para o Esporte Clube Bahia. O documento atesta que toda a energia contratada no mercado livre e consumida pelo clube entre abril e dezembro de 2025 provém de fontes limpas e rastreáveis.

A parceria, iniciada no ano passado e que se estende pelos próximos anos, permite que o tricolor baiano opere com uma matriz elétrica 100% renovável. Ao longo de 2025, o Esporte Clube Bahia evitou a emissão de 37,3 toneladas de dióxido de carbono (CO2). O certificado foi emitido pelo Instituto Totum, emissor local de I-RECs no Brasil, com base nos dados do contrato negociado entre Bahia e Neoenergia.

Setor esportivo abraça a sustentabilidade

Além do clube baiano, a Neoenergia também firmou outra parceria significativa no universo esportivo com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB). O acordo visa fornecer energia elétrica 100% renovável ao Centro de Treinamento Time Brasil, no Rio de Janeiro, até o fim do ano. O fornecimento de energia limpa elimina as emissões de Escopo 2, reduzindo aproximadamente 100 toneladas de CO2 por ano. O COB também economizará R$ 1,4 milhão em custos de energia no centro de treinamento ao longo do ano.

Vale lembrar que há pouco mais de um ano, o Bahia tornou-se um dos pioneiros no futebol brasileiro ao migrar do mercado regulado para o mercado livre, utilizando energia gerada pelas usinas da Neoenergia.

Com o contrato de cinco anos para atendimento do Centro de Treinamento Evaristo de Macedo, localizado em Dias d’Ávila, o Bahia projeta uma economia de R$ 2,2 milhões em custos de energia ao longo do período contratual.

A certificação destaca a tendência crescente de organizações esportivas brasileiras adotarem soluções de energia renovável, combinando responsabilidade ambiental com reduções significativas de custos. À medida que mais clubes e instituições esportivas migram para o mercado livre de energia, o setor se posiciona como líder em práticas de sustentabilidade, ao mesmo tempo em que alcança economias operacionais substanciais.

Fonte: Canal Energia

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