Uso de I-RECs e auditoria independente ganha espaço entre empresas que precisam comprovar atributos renováveis associados ao consumo de eletricidade

A demanda empresarial por mecanismos de comprovação da origem da energia elétrica renovável vem crescendo à medida que atributos ambientais passam a ganhar peso em relações comerciais, cadeias de fornecimento e processos de contratação. Nesse cenário, certificados I-REC e processos de auditoria independente são utilizados para dar rastreabilidade às declarações de consumo de eletricidade proveniente de fontes renováveis.

O movimento alcança empresas de diferentes setores, incluindo instituições financeiras, bens de consumo, energia e agronegócio. O Instituto Totum, que concede o Selo de Energia Renovável, afirma que o programa já é utilizado por organizações interessadas em formalizar a comprovação da origem da eletricidade consumida.

I-RECs vinculam consumo aos atributos renováveis

A certificação utiliza certificados I-REC, sistema internacional de rastreamento dos atributos ambientais associados à geração de energia renovável. No processo, são analisados documentos que comprovam o consumo de eletricidade e os certificados correspondentes ao período que será certificado.

Um dos mecanismos centrais é a aposentadoria dos I-RECs vinculados ao consumo. O procedimento retira os certificados de circulação e impede que os mesmos atributos ambientais sejam utilizados em outra declaração. O Selo de Energia Renovável pode abranger toda a organização, unidades específicas ou produtos e serviços, desde que sejam atendidos os requisitos técnicos estabelecidos pelo programa.

Para Isabel Arantes, consultora estratégica do Instituto Totum, a maior exigência por evidências está mudando a forma como empresas apresentam seus compromissos relacionados ao consumo de energia renovável: “O mercado está migrando de declarações para comprovações. Hoje, não basta afirmar que se utiliza energia renovável; é necessário demonstrar isso por meio de um processo estruturado, baseado em evidências e conduzido por uma entidade independente. Esse é o papel do Selo de Energia Renovável.”

Comercializadoras ampliam acesso à certificação

Além da contratação direta junto ao Instituto Totum, o programa pode ser acessado por meio de comercializadoras e participantes credenciados. Esses agentes auxiliam os consumidores na organização da documentação e na gestão dos certificados necessários à obtenção do selo.

A oferta do serviço pelas comercializadoras também aproxima a certificação da gestão cotidiana dos contratos de energia, permitindo que o atributo renovável seja incorporado às soluções oferecidas aos consumidores.

Esse movimento ganha relevância com a abertura do mercado de energia elétrica e a ampliação das possibilidades de contratação. Para empresas com metas ambientais ou exigências de clientes e fornecedores, a comprovação da origem da eletricidade pode se tornar um elemento adicional na gestão dos contratos de energia.

Atributos ambientais ganham relevância comercial

A expansão dos mecanismos de certificação ocorre em um ambiente no qual investidores, clientes e parceiros comerciais aumentam a cobrança por informações verificáveis sobre práticas ambientais. Com isso, a origem da eletricidade deixa de ser apenas uma informação relacionada à matriz elétrica e passa a integrar critérios de gestão e relacionamento empresarial.

A tendência também amplia a importância da qualidade dos dados utilizados nas declarações corporativas, especialmente quando os atributos ambientais precisam ser demonstrados a terceiros. Nesse contexto, o Selo de Energia Renovável busca oferecer uma certificação independente para organizações que pretendem comprovar o uso de eletricidade associada a fontes renováveis, com base nos certificados e documentos apresentados no processo de avaliação.

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Instituto Totum amplia sua grade de cursos para suprir a alta demanda por especialistas em descarbonizaçãoenergia renovável e mercado de carbono, capacitando profissionais para enfrentar os desafios da sustentabilidade no Brasil.

O mercado brasileiro de  energia e sustentabilidade vive um momento de transformação acelerada. Com o avanço das agendas de transição energética e a necessidade crescente de transparência corporativa, a demanda por mão de obra técnica qualificada nunca foi tão expressiva. Nesse cenário, o Instituto Totum tem se destacado como referência na formação de profissionais preparados para atuar com inventários de emissõesrastreabilidade ambiental e estratégias de neutralidade climática

Energiae serviços públicos

Ao integrar conhecimento teórico robusto com uma visão prática do mercado, a instituição preenche uma lacuna crítica para empresas que buscam adaptar suas operações às exigências globais e locais. O foco em temas como créditos de carbonobiometano e certificação de energia torna esses cursos pilares fundamentais para quem deseja liderar a mudança dentro de suas organizações.

Capacitação estratégica para o mercado de carbono

Entre os programas de maior destaque estão o “Carbono de A a Z” e o “Curso de Excelência em Inventário de GEE”. Estas formações oferecem uma imersão completa nos mecanismos de gases de efeito estufa (GEE), cobrindo desde o entendimento do mercado regulado e voluntário até a aplicação prática de estudos de casos reais. O objetivo é que o aluno compreenda, de forma eficaz, como utilizar instrumentos como o I-REC e o GAS-REC para otimizar a gestão ambiental.

“Os temas abordados durante o treinamento e a interação com especialistas no assunto permitiram o aprofundamento do conhecimento, o entendimento da aplicação nas atividades desenvolvidas pelos diversos segmentos e como nós, agora especialistas, podemos contribuir para um futuro mais sustentável”, destaca Nathália Susen Lopes, da Usina São Martinho.

Conexão entre técnica e visão de mercado

Com mais de duas décadas de atuação, o Instituto Totum consolidou sua expertise em auditoria e verificação independente. Segundo Fernando Giachini Lopes, a missão da instituição vai além do ensino técnico básico:

“Existe hoje uma necessidade crescente de profissionais preparados para lidar com temas ligados à descarbonização, carbono, energia renovável, combustíveis sustentáveis e rastreabilidade ambiental. Os cursos do Instituto Totum têm justamente o objetivo de conectar conhecimento técnico, aplicação prática e visão de mercado, contribuindo para a formação de especialistas capazes de apoiar a transformação sustentável das organizações brasileiras”

Energiae serviços públicos

Impacto na transição energética brasileira

A eficácia dessa estratégia pode ser observada nos números recentes: apenas em 2024, o instituto realizou 15 cursos, capacitando quase 200 profissionais de setores vitais como agronegócio, indústria, mercado financeiro e óleo e gás. Essa capilaridade é essencial para que o Brasil avance em compromissos como o RenovaBio e outras certificações voltadas à sustentabilidade.

Ao olhar para o futuro, a tendência é que a exigência por profissionais certificados continue subindo, acompanhando as novas regulamentações ambientais. Ao fortalecer a base técnica desses especialistas, o Instituto Totum não apenas fomenta carreiras, mas impulsiona a competitividade e a responsabilidade socioambiental de todo o ecossistema empresarial brasileiro.

Para saber mais sobre as próximas turmas e detalhes das capacitações, acesse o site oficial do curso Carbono de A a Z ou confira as informações sobre o Curso de Excelência em Inventário de GEE.

Fonte: Energia Livre

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Documento mostra avanços em ESG e evidencia sua relevância nos mercados de fertilizantes e nióbio

A CMOC Brasil publicou a terceira edição do seu Relatório de Sustentabilidade, documento que reúne os principais avanços da empresa nas áreas ambiental, social e de governança registrados entre janeiro e dezembro de 2025. Alinhado às diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI), o relatório reforça o compromisso da empresa com a transparência, a gestão responsável e a geração de valor para empregados, comunidades, parceiros e demais partes interessadas.

Entre as novidades desta edição do relatório está a adoção da metodologia de dupla materialidade, que amplia a avaliação dos impactos das atividades da empresa sobre a sociedade e o meio ambiente, ao mesmo tempo em que considera os riscos e oportunidades que esses temas representam para o negócio.

Para Eduardo Lima, diretor executivo da CMOC Brasil, o Relatório de Sustentabilidade representa a evolução da forma como a empresa conduz sua estratégia de negócio. “O Relatório de Sustentabilidade traduz a forma como conduzimos nossas operações e reforça nosso compromisso com uma gestão transparente e responsável. Entendemos que o crescimento da empresa está diretamente conectado ao desenvolvimento dos territórios onde atuamos, e buscamos gerar valor compartilhado para empregados, parceiros, comunidades e demais partes interessadas.”

Na área ambiental, o relatório destaca que 74,7% da energia consumida nas operações teve origem em fontes renováveis e que a empresa atingiu a meta de reutilização de água, alcançando índice de 84%. A empresa também alcançou zero emissões de Escopo 2 (escolha de compra), por meio da aquisição de certificados de energia renovável (I-REC), e deu continuidade ao Plano de Descarbonização, baseado em ações de eficiência energética, substituição de combustíveis fósseis e adoção de tecnologias para redução das emissões de gases de efeito estufa. O documento também reafirma o compromisso de reduzir em 15% a intensidade das emissões de gases de efeito estufa por minério processado até 2030, considerando 2022 como ano-base.

Na área de governança, a empresa fortaleceu sua gestão de riscos, alinhada à ISO 31000:2018, ampliou iniciativas voltadas à ética, transparência e direitos humanos e comunicou suas políticas e procedimentos anticorrupção a 714 parceiros comerciais. Em 2025, 100% dos profissionais que atuam na segurança patrimonial foram capacitados em direitos humanos e todos os contratos de investimentos significativos passaram a contemplar cláusulas relacionadas ao tema.

O relatório também evidencia avanços na gestão de pessoas e da cadeia de fornecedores. Ao longo de 2025, a CMOC Brasil registrou mais de 53 mil horas de treinamento em temas como segurança do trabalho, operação de equipamentos, integridade, conformidade e desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais. No mesmo período, manteve contratos com 1.864 fornecedores, dos quais 591 passaram a integrar a cadeia da empresa após processo de seleção baseado em critérios socioambientais, por meio do Programa de Verificação de Parceiros.

Na frente social, a empresa investiu mais de R$ 15 milhões em iniciativas voltadas à educação, saúde, cultura, meio ambiente e desenvolvimento comunitário, beneficiando mais de 40 mil pessoas. Em 2025, foram executados 24 projetos sociais, sendo 19 financiados por leis de incentivo fiscal e cinco desenvolvidos por meio de investimento social direto. Entre os programas desenvolvidos estão Casa Criativa CMOC, Cerrado Imaterial – Berço da Vida, Gestão Hídrica, Viveiros Familiares, Encontro de Congadas, Patrulha Rural e Saúde na Roça. Os projetos Cerrado Imaterial e Gestão Hídrica foram reconhecidos na 10ª edição do Prêmio Mineração & Comunidade, promovido pela revista Brasil Mineral.

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Lançamento do código I-TRACK(G) cria estrutura global para rastreabilidade de biogás e biometano, amplia segurança regulatória e aproxima o mercado brasileiro das cadeias internacionais de descarbonização

O mercado global de gases renováveis entrou em uma nova etapa de padronização e integração internacional. A I-TRACK Foundation e a Global Gas Tracking (GGT) anunciaram o lançamento do Código I-TRACK(G), novo padrão internacional voltado à certificação, rastreabilidade e negociação de atributos ambientais de biogás e biometano.

A iniciativa surge em um momento de aceleração dos mercados de combustíveis de baixo carbono e de crescente pressão corporativa por mecanismos auditáveis de comprovação ambiental. Na prática, o novo código estabelece regras globais para emissão, transferência e liquidação de certificados associados à produção de gases renováveis, criando uma linguagem comum entre diferentes jurisdições e cadeias energéticas.

O movimento também posiciona o Brasil no centro dessa arquitetura regulatória. O padrão foi desenvolvido em compatibilidade com o CGOB, programa federal brasileiro de certificação de origem do biometano, e utilizou como base operacional a experiência da plataforma GAS-REC®, desenvolvida pelo Instituto Totum.

Mercado busca padronização para acelerar liquidez e confiança

A consolidação de mercados globais de biometano depende cada vez mais da capacidade de rastrear atributos ambientais com segurança e evitar riscos de dupla contagem. O I-TRACK(G) foi estruturado justamente para atender essa demanda, criando um modelo interoperável com outros sistemas internacionais de certificação energética.

O código foi desenvolvido em conformidade com o International Attribute Tracking Standard e terá operação suportada por plataformas digitais de registro administradas pelo Instituto Totum e pela Evident, empresa integrada ao grupo Xpansiv.

A estrutura permite acompanhar toda a jornada dos certificados, desde a emissão até a baixa final, utilizando metodologia baseada em comprovação física e validação posterior à produção energética. Além da rastreabilidade, o novo modelo busca simplificar auditorias corporativas e processos de compliance ESG. O sistema passa a identificar, de forma padronizada, critérios de sustentabilidade, cadeia de custódia e conformidade regulatória de cada ativo ambiental negociado.

Integração com hidrogênio e energia elétrica amplia alcance do sistema

Um dos principais diferenciais do novo padrão é a interoperabilidade com outros mercados energéticos estratégicos para a transição energética global.

O I-TRACK(G) nasce integrado aos sistemas I-REC(E), voltado para energia elétrica renovável, e I-TRACK(HX), dedicado ao hidrogênio de baixo carbono. A conexão entre os diferentes certificados permitirá que grandes consumidores industriais administrem metas de descarbonização em múltiplos vetores energéticos dentro de uma única governança.

O diretor-executivo da I-TRACK Foundation, Jared Braslawsky, avaliou que o lançamento representa um avanço importante na consolidação internacional dos mercados de atributos energéticos: “O lançamento do I-TRACK(G) Code representa um marco importante na evolução contínua do rastreamento global de atributos energéticos. Com o I-TRACK(G) Code, estamos ampliando o alcance do International Attribute Tracking Standard para os mercados de gases renováveis, permitindo um rastreamento consistente, transparente e de alta integridade entre diferentes jurisdições. Temos satisfação em contar com a Global Gas Tracking como gestora credenciada do I-TRACK(G) Code e esperamos apoiar uma abordagem padronizada para o rastreamento de gases renováveis em escala global.”

A interoperabilidade também atende uma demanda crescente de multinacionais que operam metas integradas de carbono e precisam consolidar inventários ambientais em diferentes regiões.

Brasil ganha protagonismo no mercado internacional de biometano

A escolha do ambiente brasileiro como referência para validação prática do padrão reforça o avanço do país no mercado de biogás e biometano. O ecossistema nacional já vinha operando mecanismos de certificação voluntária por meio da plataforma GAS-REC, agora utilizada como base para expansão internacional do modelo.

Dentro da estrutura desenhada pelo novo código, o Instituto Totum seguirá responsável pela gestão das emissões no mercado brasileiro, enquanto a plataforma internacional da Evident administrará os registros globais fora do país.

O diretor-geral da ACT Group para a região Ásia-Pacífico, John Davis, destacou que a padronização tende a ampliar a confiança dos investidores e acelerar o crescimento do mercado internacional de gases renováveis: “Recebemos com entusiasmo o lançamento do I-TRACK(G) Code como um importante avanço para ampliar a transparência e a consistência nos mercados de biogás e biometano. Como adotantes iniciais, enxergamos valor significativo em uma estrutura padronizada e interoperável, capaz de viabilizar sistemas verificáveis de certificação e fortalecer a confiança em toda a cadeia de valor. Com a crescente demanda por gases renováveis na região Ásia-Pacífico, iniciativas como essa terão papel fundamental para apoiar o crescimento escalável do mercado e a transição regional para uma matriz energética de menor carbono”.

A conexão entre o padrão internacional e o CGOB também é vista pelo setor como um fator estratégico para atrair investimentos em infraestrutura de gás renovável no Brasil.

O diretor-geral do Instituto Totum, Fernando Giachini Lopes, ressaltou a relevância da compatibilidade regulatória com o programa federal brasileiro: “Temos orgulho de ver o I-TRACK(G) Code lançado como um padrão global de certificação para biogás e biometano. Este é um passo importante para oferecer ao mercado uma estrutura mais robusta, confiável e escalável para o rastreamento de atributos de gases renováveis em diferentes jurisdições. Também é especialmente relevante que o padrão tenha sido desenvolvido de forma compatível com o CGOB, o novo programa federal regulado de certificados de origem de biometano no Brasil”.

Certificação pode acelerar financiamento e expansão do setor

Além do aspecto regulatório, a criação de um padrão internacional de rastreabilidade é vista como um instrumento importante para destravar financiamento de projetos e ampliar a liquidez dos ativos ambientais associados ao biometano.

A ausência de critérios globais uniformes vinha sendo apontada por investidores como uma das barreiras para expansão de contratos internacionais de longo prazo.

O diretor da Evident e parceiro da GGT, Travis Caddy, afirmou que a padronização tende a reduzir inseguranças comerciais e criar um ambiente mais robusto para expansão do mercado: “Estabelecer uma estrutura consistente e interoperável para os atributos de biogás e biometano é um passo relevante para destravar esses mercados em escala. Ao oferecer aos consumidores certificados confiáveis e negociáveis, acreditamos que o padrão pode acelerar o acesso a financiamento para projetos e impulsionar a implementação de soluções de gases renováveis em escala comercial”.

Com o avanço da demanda global por combustíveis renováveis e metas corporativas de neutralidade climática, o lançamento do I-TRACK(G) consolida um novo estágio de maturidade para o mercado de biometano. A tendência é que mecanismos de certificação interoperáveis passem a desempenhar papel central na integração internacional das cadeias de descarbonização industrial, especialmente em setores de difícil abatimento de emissões.

Fonte: Cenário Energia

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No Dia Nacional da Indústria, comemorado no dia 25 de maio, a BAT Brasil destacou os avanços obtidos por meio da inovação tecnológica e da colaboração com startups nacionais.

De olho nos pilares ESG, a implementação da solução feita pela unidade da BAT Brasil em Uberlândia deixou de emitir aproximadamente 65 toneladas de CO₂ por ano, somando uma redução total de 300 toneladas até 2025.


Com 47 anos de operação em Minas Gerais, a fábrica da BAT Brasil em Uberlândia se consolidou como uma das mais modernas e sustentáveis do mundo (…). A planta opera com 100% de energia renovável (…).


Desde 2020, a unidade adotou diversas práticas sustentáveis, como: substituição de caldeiras antigas por modelos de alta eficiência energética; implantação de usina fotovoltaica (…) e política de resíduo zero em aterros. Essas ações contribuíram para a conquista de certificações internacionais, como a Carbono Neutro (PAS 2060), (…), reafirmando a eficiência operacional aliada à responsabilidade ambiental.

O Instituto Totum é responsável pela certificação Carbono Neutro de todas as unidades da BAT no mundo, inclusive a brasileira em Uberlândia. A Certificação tem como base a Norma Internacional ISO14068. A norma orienta a adoção de práticas consistentes e cientificamente fundamentadas para o cálculo da pegada de carbono, a implementação de estratégias de redução contínua e o uso de créditos de carbono de alta qualidade para compensar as emissões restantes. A Certificação Carbono Neutro ajuda a garantir que alegações de neutralidade de carbono sejam genuínas, evitando o greenwashing e aumentando a credibilidade junto a clientes, investidores, reguladores e demais partes interessadas.

Confira a matéria na íntegra: https://www.alouberlandia.com/artigos/dia-da-industria-bat-brasil-reduz-emissoes-com-tecnologia-nacional-e-exporta-solucao-para-a-asia/

Para mais informações sobre a Certificação PAS 2060, entre em contato:
📧 E-mail: tatiane@institutototum.com.br
📞 Telefone: (11) 3372-9576

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Aprenda sobre o Mercado de Carbono na Prática!

As inscrições para a 3ª turma do curso “Carbono de A a Z: Formação de Especialistas em Carbono” do Instituto Totum estão oficialmente ABERTAS!

Por que participar?

Detalhes do Curso:

O que você irá aprender:

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Não perca essa oportunidade de se tornar um especialista em um campo tão relevante e em expansão!

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PT-BR: Fernando Giachini Lopes, Diretor Executivo do Instituto Totum, participará do Congresso World Biogás Association no dia 1º de outubro em Foz do Iguaçu!
O evento reunirá especialistas no setor de bioenergia do Brasil, explorando como o biogás pode ser essencial na construção de uma economia mais sustentável e resiliente. Acontecendo junto às reuniões do Brasil no G20, o congresso é a oportunidade perfeita para descobrir inovações, encontrar novas oportunidades de investimento e superar desafios, além de integrar o biogás com biocombustíveis verdes e hidrogênio.

📅 Não perca a oportunidade de ouvir as valiosas contribuições de Fernando Giachini Lopes no painel “Missão de Financiamento de Biogás – Incentivos, Investimentos e Mercados de Carbono” no dia 1º de outubro, às 11:30.

➡ Saiba mais sobre o evento: https://www.worldbiogasassociation.org/brazil/

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Nos últimos anos, a preocupação com as mudanças climáticas e os impactos ambientais tem se tornado cada vez mais evidente, principalmente no que diz respeito à emissão de gases de efeito estufa (GEE), mensurados por meio da unidade padrão dióxido de carbono (CO2) equivalente. Com o objetivo de minimizar os danos causados ao meio ambiente, surgem iniciativas como o carbono zero.

O carbono zero é uma iniciativa que visa compensar as emissões de CO2 geradas por empresas, organizações e eventos, através da adoção de medidas que reduzem a quantidade de carbono emitida e/ou investindo em projetos de compensação de carbono (créditos de carbono). O principal objetivo dos projetos carbono zero é neutralizar a emissão residual de gases de efeito estufa, chegando a um balanço zero entre a emissão e a compensação, após tomadas várias ações de redução efetiva de emissões.

As empresas têm se mostrado cada vez mais preocupadas com a questão ambiental e adotando práticas sustentáveis com o objetivo de reduzir suas emissões de GEE, como a redução de consumo de energia, o uso de fontes de energia limpa, a gestão de resíduos e a utilização de tecnologias menos poluentes. Além disso, a adoção de projetos carbono zero dentro de sua cadeia de negócios pode ser uma forma de demonstrar o compromisso com a sustentabilidade e responsabilidade ambiental. De forma alternativa, a empresa pode adquirir créditos de carbono em qualquer lugar do mundo para abater suas emissões residuais.

Um exemplo de empresa que adotou a iniciativa carbono zero é a Wilson Sons, uma das maiores operadoras de portos e logística do Brasil. Em 2020, a empresa anunciou a neutralização de suas emissões de carbono através da compra de créditos de carbono, provenientes de projetos certificados pelo padrão Verified Carbon Standard (VCS).

A Cresol, cooperativa de crédito que atua em diversas regiões do Brasil, também tem adotado medidas para alcançar a neutralidade de carbono em suas operações. Entre as ações estão a utilização de energia renovável em suas unidades e o apoio a projetos de reflorestamento e conservação de áreas naturais.

Como não existe uma regulação a respeito da veracidade e confiabilidade de tais declarações, muitas organizações de valem de padrões normativos voluntários, como a norma PAS 2060, para embasar suas declarações a respeito da neutralidade de carbono. Adicionalmente, para tornar tais declarações mais consistentes, muitas organizações se valem de procedimentos de asseguração por parte de entidades de terceira parte, como o Instituto Totum. É o caso da BAT em âmbito mundial, que embasa as declarações de neutralidade de suas unidades por meio de procedimentos independentes de asseguração, baseados na norma PAS 2060.

Em resumo, a iniciativa carbono zero é uma importante ferramenta para a promoção da sustentabilidade e redução dos impactos ambientais. A adoção de medidas para neutralização das emissões de gases de efeito estufa pode ser uma forma de demonstrar o compromisso com a responsabilidade ambiental e contribuir para um futuro mais sustentável, sendo mais confiável à medida em que conta com asseguração por terceira parte independente.

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Nos últimos anos, as questões ligadas à temática do ESG (Ambiente, Social e Governança) têm se tornado cada vez mais evidentes, acarretando no aumento da conscientização da sociedade em geral. Na temática ambiental, a procura por formas de mitigar os impactos que contribuem com as mudanças climáticas têm se tornado cada vez maior.

Atividades do nosso dia a dia são responsáveis por emissões de gases que provocam o efeito estufa. A realização de um evento, por exemplo, é capaz de lançar na atmosfera algumas toneladas de gás carbônico (CO2), mesmo sem se tratar de um processo industrial. Processos de produção de materiais ou prestação de serviços também têm sido foco de empresas que querem se engajar melhor nessa causa em prol do meio ambiente.

O Instituto Totum, que é líder na verificação de inventários de efeito estufa no Brasil e que já atua junto à SOS Mata Atlântica desde 2008, vem notando um aumento expressivo de empresas buscando o serviço de quantificação das emissões e subsequente compensação.

Um exemplo disso foi o processo conduzido junto à Editora MOL, criadora da Coleção Sorria, uma marca de produtos sociais vendida nas lojas da Droga Raia e Drogasil. O projeto, que já doou mais de R$ 33 milhões para dezenas de organizações do terceiro setor, traz publicações impressas com conteúdo sobre saúde, bem-estar e qualidade de vida.

As empresas que buscam compensar suas emissões podem neutralizar seus impactos através de investimentos em diferentes tipos de projetos: plantio de árvores em reflorestamentos permanentes ou em projetos de cunho sócio econômico (inclusão social e manejo sustentável de florestas); sistemas de eficiência energética (eólica, solar, hidrelétrica, biomassa animal ou vegetal); combustíveis renováveis como biodiesel (soja, mamona, girassol) ou etanol; aquisição de créditos de carbono ou certificados de energia renovável (I-RECs).

A metodologia adotada pelo instituto Totum segue critérios e padrões de órgãos internacionais como o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) e o Greenhouse Gas Protocol(GHG Protocol), além dos conceitos da norma internacional ISO 14064, que provê ferramentas para avaliação e suporte a reduções de GEE e comércio de emissões.

As fontes mapeadas durante o processo de compensação são divididas em 3 escopos: emissões diretas (também chamadas de escopo 1, e que são provenientes de processos executados pela própria empresa), emissões indiretas (escopo 2, relativas ao uso de energia) e outras emissões indiretas (escopo 3, provenientes de fornecedores e terceiros que atuam junto à empresa).

No caso da Editora MOL, o processo de compensação utilizado foi o de plantio de árvores, por meio da parceria com a SOS Mata Atlântica. Com base em estudo detalhado feito junto à ESALQ – USP, o Instituto Totum desenvolveu um estudo detalhado em áreas já reflorestadas pela SOS Mata Atlântica, com o intuito de obter a quantidade de carbono que uma árvore acumula em sua fase de crescimento – período de 20 anos. O resultado mais recente deste estudo apresenta como quantidade de carbono sequestrado por árvore adulta do bioma da Mata Atlântica o valor de 163,14kg de CO2.

Com base nessas métricas, a Editora MOL recebeu um relatório detalhado informando a quantidade de árvores necessárias para a compensação de 4 tiragens de publicações da Coleção Sorria para o ano de 2023, tornando o projeto ainda mais sustentável na esfera ambiental.

“A MOL sempre foi movida pela crença de que podemos impactar o mundo positivamente em tudo o que fazemos. Por isso, quando pensamos na parceria com a SOS Mata Atlântica para o plantio de mudas, sonhamos com um grande projeto de restauração florestal e não simplesmente em neutralizar nossa pegada ambiental. Mas, ainda assim, tínhamos que saber o tamanho da nossa pegada e confiar na análise, a ponto de poder apresentar os dados para os nossos parceiros de negócio. Foi nesse momento que conhecemos o Instituto Totum e estamos muito satisfeitos com o trabalho executado por eles”, afirma Artur Louback, sócio do Grupo MOL.

Quer saber mais sobre esse serviço do Instituto Totum? Fale conosco através do e-mail totum@institutototum.com.br, ou acesse https://institutototum.com.br/index.php/paginas/74-saiba-como-reduzir-os-efeitos-das-emissoes-de-gases-de-efeito-estufa-geradas-pela-sua-empresa-ou-evento

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