Instituto Totum amplia sua grade de cursos para suprir a alta demanda por especialistas em descarbonizaçãoenergia renovável e mercado de carbono, capacitando profissionais para enfrentar os desafios da sustentabilidade no Brasil.

O mercado brasileiro de energia e sustentabilidade vive um momento de transformação acelerada. Com o avanço das agendas de transição energética e a necessidade crescente de transparência corporativa, a demanda por mão de obra técnica qualificada nunca foi tão expressiva. Nesse cenário, o Instituto Totum tem se destacado como referência na formação de profissionais preparados para atuar com inventários de emissõesrastreabilidade ambiental e estratégias de neutralidade climática.

Ao integrar conhecimento teórico robusto com uma visão prática do mercado, a instituição preenche uma lacuna crítica para empresas que buscam adaptar suas operações às exigências globais e locais. O foco em temas como créditos de carbonobiometano e certificação de energia torna esses cursos pilares fundamentais para quem deseja liderar a mudança dentro de suas organizações.

Capacitação estratégica para o mercado de carbono

Entre os programas de maior destaque estão o “Carbono de A a Z” e o “Curso de Excelência em Inventário de GEE”. Estas formações oferecem uma imersão completa nos mecanismos de gases de efeito estufa (GEE), cobrindo desde o entendimento do mercado regulado e voluntário até a aplicação prática de estudos de casos reais. O objetivo é que o aluno compreenda, de forma eficaz, como utilizar instrumentos como o I-REC e o GAS-REC para otimizar a gestão ambiental.

“Os temas abordados durante o treinamento e a interação com especialistas no assunto permitiram o aprofundamento do conhecimento, o entendimento da aplicação nas atividades desenvolvidas pelos diversos segmentos e como nós, agora especialistas, podemos contribuir para um futuro mais sustentável”, destaca Nathália Susen Lopes, da Usina São Martinho.

Conexão entre técnica e visão de mercado

Com mais de duas décadas de atuação, o Instituto Totum consolidou sua expertise em auditoria e verificação independente. Segundo Fernando Giachini Lopes, a missão da instituição vai além do ensino técnico básico:

“Existe hoje uma necessidade crescente de profissionais preparados para lidar com temas ligados à descarbonização, carbono, energia renovável, combustíveis sustentáveis e rastreabilidade ambiental. Os cursos do Instituto Totum têm justamente o objetivo de conectar conhecimento técnico, aplicação prática e visão de mercado, contribuindo para a formação de especialistas capazes de apoiar a transformação sustentável das organizações brasileiras”.

Impacto na transição energética brasileira

A eficácia dessa estratégia pode ser observada nos números recentes: apenas em 2024, o instituto realizou 15 cursos, capacitando quase 200 profissionais de setores vitais como agronegócio, indústria, mercado financeiro e óleo e gás. Essa capilaridade é essencial para que o Brasil avance em compromissos como o RenovaBio e outras certificações voltadas à sustentabilidade.

Ao olhar para o futuro, a tendência é que a exigência por profissionais certificados continue subindo, acompanhando as novas regulamentações ambientais. Ao fortalecer a base técnica desses especialistas, o Instituto Totum não apenas fomenta carreiras, mas impulsiona a competitividade e a responsabilidade socioambiental de todo o ecossistema empresarial brasileiro.

Para saber mais sobre as próximas turmas e detalhes das capacitações, acesse o site oficial do curso Carbono de A a Z ou confira as informações sobre o Curso de Excelência em Inventário de GEE.

Fonte: Energia Limpa

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A standardised framework for tracking and certifying biogas and biomethane attributes has been launched by the I-TRACK Foundation and Global Gas Tracking, enabling certificates to be issued, transferred and redeemed across international markets.

The I-TRACK Product Code for Biogas and Biomethane — known as I-TRACK(G) — was developed by a consortium of Evident Group in the UK and Instituto Totum in Brazil, following a public consultation and initial testing through Instituto Totum’s GAS-REC registry in Brazil.

Certificates will be issued and tracked through registries operated by Instituto Totum and Evident, which is now part of Xpansiv. Outside Brazil, Evident will operate the new I-TRACK(G) Registry.

The framework is designed to be interoperable with other I-TRACK product codes, including I-REC(E) for renewable electricity and I-TRACK(HX) for hydrogen, allowing consistent attribute management across energy carriers.

Jared Braslawsky, executive director of the I-TRACK Foundation, said the launch extended the reach of its International Attribute Tracking Standard into renewable gas markets, enabling “consistent, transparent, and high-integrity tracking across jurisdictions.”

Travis Caddy, director at Evident, said the standard could help “accelerate access to finance for projects and drive real-world deployment of renewable gas solutions” by giving end-users trusted, tradeable certificates.

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Com quase 200 profissionais capacitados em setores estratégicos, Instituto Totum expande grade de treinamentos técnicos com foco em inventários de GEE, certificações I-REC e regulação ambiental.

O amadurecimento das metas globais de descarbonização e a estruturação do arcabouço regulatório de finanças verdes transformaram a gestão de emissões em um ativo estratégico para o ambiente corporativo brasileiro. Com a exigência crescente de investidores e agências de classificação por dados auditáveis, o mercado de energia e infraestrutura enfrenta um gargalo técnico: a escassez de mão de obra qualificada para mensurar, certificar e comercializar atributos ambientais. Diante desse cenário, o Instituto Totum vem expandindo sua atuação na formação de especialistas voltados às agendas de carbono, energia limpa, gases renováveis e rastreabilidade.

Desde 2024, a instituição registrou a realização de 15 cursos e treinamentos dedicados a mitigar essa lacuna de competência técnica no país. Ao todo, 197 profissionais provenientes de verticais de alta complexidade regulatória, incluindo os segmentos de energia, óleo e gás, agronegócio, indústria tradicional, auditoria independente e mercado financeiro, passaram pelas capacitações para replicar metodologias de mitigação e conformidade ambiental em suas respectivas organizações.

O papel dos inventários corporativos e dos ativos de rastreabilidade (I-REC e GAS-REC)

No jornalismo setorial, a precisão na elaboração de inventários de Gases de Efeito Estufa (GEE) é apontada como o alicerce para qualquer estratégia corporativa de emissões líquidas zero (Net Zero). O domínio prático sobre escopos de emissão, pegadas de carbono e mecanismos de compensação voluntária e regulada passou a ditar a competitividade de grandes consumidores no mercado livre de energia.

Dentro da grade de especialização técnica da entidade, programas como o “Carbono de A a Z” e o “Curso de Excelência em Inventário de GEE” incorporam estudos de caso focados em instrumentos de mercado consagrados na matriz elétrica, como o I-REC (Certificado de Energia Renovável), e em fronteiras emergentes, a exemplo do GAS-REC (voltado para a cadeia do biometano). A correta aplicação desses mecanismos otimiza o relato de sustentabilidade corporativa e protege os balanços financeiros contra riscos de greenwashing.

A aplicação prática desse ecossistema de aprendizado na rotina de grandes players do setor de bioenergia é endossada por quem atua diretamente no monitoramento de processos industriais, como destaca Nathália Susen Lopes, profissional de Suporte Técnico SGI na Usina São Martinho: “Os temas abordados durante o treinamento e a interação com especialistas no assunto permitiram o aprofundamento do conhecimento, o entendimento da aplicação nas atividades desenvolvidas pelos diversos segmentos e como nós, agora especialistas, podemos contribuir para um futuro mais sustentável”

Adequação regulatória e auditoria independente

Fundado em 2003, o Instituto Totum construiu sua trajetória balizado pelas demandas de auditoria, verificação independente e validação de salvaguardas regulatórias, operando como uma ponte de conformidade técnica para programas nacionais como o RenovaBio. O avanço das frentes institucionais sinaliza que a demanda por essa capacitação deve se intensificar à medida que o mercado regulado brasileiro de emissões avance em suas diretrizes de governança.

O diretor-fundador do Instituto Totum, Fernando Giachini Lopes, ponderou sobre a urgência comercial que impulsiona as corporações a buscarem o desenvolvimento de competências internas especializadas: “Existe hoje uma necessidade crescente de profissionais preparados para lidar com temas ligados à descarbonização, carbono, energia renovável, combustíveis sustentáveis e rastreabilidade ambiental. Os cursos do Instituto Totum têm justamente o objetivo de conectar conhecimento técnico, aplicação prática e visão de mercado, contribuindo para a formação de especialistas capazes de apoiar a transformação sustentável das organizações brasileiras”

A agenda de próximos treinamentos presenciais da instituição já está confirmada para o mês de julho, na capital paulista, cobrindo tanto a imersão nos mercados voluntários quanto o treinamento avançado em estudos de caso reais para inventários corporativos.

Serviço

Curso “Carbono de A a Z: Formação de Especialistas em Carbono”

Curso de Excelência em Inventário de GEE

Fonte: Cenário Energia

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O Instituto Totum reforça sua atuação nas áreas de energia e gás com a chegada de dois novos consultores estratégicos: Isabel Arantes e Rafael Noguchi.

Os profissionais passam a integrar conjuntamente as frentes ligadas à certificação, rastreabilidade ambiental, gases renováveis, CGOB e desenvolvimento de novos mercados. Isso ocorre em um momento de expansão das iniciativas relacionadas à transição energética, biometano e combustíveis renováveis no Brasil e no exterior.

Fonte: Canal Energia

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O Instituto Totum reforça sua atuação nas áreas de energia e gás com a chegada de dois novos consultores estratégicos: Isabel Arantes e Rafael Noguchi. Os profissionais passam a integrar conjuntamente as frentes ligadas à certificação, rastreabilidade ambiental, gases renováveis, CGOB e desenvolvimento de novos mercados, em um momento de expansão das iniciativas relacionadas à transição energética, biometano e combustíveis renováveis no Brasil e no exterior.

A nova equipe também terá atuação nas iniciativas ligadas à Global Gas Tracking (GGT), empresa criada para operacionalizar o novo código global de rastreabilidade para biometano, o I-TRACK(G), lançado recentemente pela I-TRACK Foundation em parceria com a GGT. Entre os focos de atuação estão o fortalecimento das iniciativas de rastreabilidade ambiental, certificação de gases renováveis e desenvolvimento de mercados nacionais e internacionais ligados à transição energética.

Com quase 20 anos de experiência em desenvolvimento de negócios, energia e commodities, Isabel Arantes traz ao Totum uma trajetória ligada à expansão de mercados, estruturação de projetos estratégicos e relacionamento com grandes empresas dos setores de energia, biometano, eficiência energética e transição energética.

Já Rafael Noguchi é engenheiro ambiental com experiência em sustentabilidade, ESG e certificações ambientais, tendo atuação destacada na consolidação do RenovaBio no Brasil, além de experiência em regulamentações ambientais internacionais, logística reversa, economia circular e gestão de projetos ligados à sustentabilidade.

As novas contratações ocorrem em um momento de expansão das agendas ligadas à descarbonização, transição energética e rastreabilidade ambiental, consideradas estratégicas pelo Instituto Totum. “A chegada da Isabel e do Rafael representa um movimento estratégico para fortalecer nossa atuação em áreas que ganham cada vez mais relevância no mercado de energia e gases renováveis. São profissionais que chegam para ampliar nossas entregas em um setor que vive um momento decisivo de crescimento e transformação”, afirma Fernando Lopes, diretor-geral do Instituto Totum.

Luciano Figueiredo, que anteriormente atuava nessas frentes no instituto, deixa o Totum após 12 anos na entidade para seguir novos desafios. O Instituto Totum reconhece sua contribuição ao longo desse período e deseja sucesso em seu próximo passo profissional.

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Lançamento do código I-TRACK(G) cria estrutura global para rastreabilidade de biogás e biometano, amplia segurança regulatória e aproxima o mercado brasileiro das cadeias internacionais de descarbonização

O mercado global de gases renováveis entrou em uma nova etapa de padronização e integração internacional. A I-TRACK Foundation e a Global Gas Tracking (GGT) anunciaram o lançamento do Código I-TRACK(G), novo padrão internacional voltado à certificação, rastreabilidade e negociação de atributos ambientais de biogás e biometano.

A iniciativa surge em um momento de aceleração dos mercados de combustíveis de baixo carbono e de crescente pressão corporativa por mecanismos auditáveis de comprovação ambiental. Na prática, o novo código estabelece regras globais para emissão, transferência e liquidação de certificados associados à produção de gases renováveis, criando uma linguagem comum entre diferentes jurisdições e cadeias energéticas.

O movimento também posiciona o Brasil no centro dessa arquitetura regulatória. O padrão foi desenvolvido em compatibilidade com o CGOB, programa federal brasileiro de certificação de origem do biometano, e utilizou como base operacional a experiência da plataforma GAS-REC®, desenvolvida pelo Instituto Totum.

Mercado busca padronização para acelerar liquidez e confiança

A consolidação de mercados globais de biometano depende cada vez mais da capacidade de rastrear atributos ambientais com segurança e evitar riscos de dupla contagem. O I-TRACK(G) foi estruturado justamente para atender essa demanda, criando um modelo interoperável com outros sistemas internacionais de certificação energética.

O código foi desenvolvido em conformidade com o International Attribute Tracking Standard e terá operação suportada por plataformas digitais de registro administradas pelo Instituto Totum e pela Evident, empresa integrada ao grupo Xpansiv.

A estrutura permite acompanhar toda a jornada dos certificados, desde a emissão até a baixa final, utilizando metodologia baseada em comprovação física e validação posterior à produção energética. Além da rastreabilidade, o novo modelo busca simplificar auditorias corporativas e processos de compliance ESG. O sistema passa a identificar, de forma padronizada, critérios de sustentabilidade, cadeia de custódia e conformidade regulatória de cada ativo ambiental negociado.

Integração com hidrogênio e energia elétrica amplia alcance do sistema

Um dos principais diferenciais do novo padrão é a interoperabilidade com outros mercados energéticos estratégicos para a transição energética global.

O I-TRACK(G) nasce integrado aos sistemas I-REC(E), voltado para energia elétrica renovável, e I-TRACK(HX), dedicado ao hidrogênio de baixo carbono. A conexão entre os diferentes certificados permitirá que grandes consumidores industriais administrem metas de descarbonização em múltiplos vetores energéticos dentro de uma única governança.

O diretor-executivo da I-TRACK Foundation, Jared Braslawsky, avaliou que o lançamento representa um avanço importante na consolidação internacional dos mercados de atributos energéticos: “O lançamento do I-TRACK(G) Code representa um marco importante na evolução contínua do rastreamento global de atributos energéticos. Com o I-TRACK(G) Code, estamos ampliando o alcance do International Attribute Tracking Standard para os mercados de gases renováveis, permitindo um rastreamento consistente, transparente e de alta integridade entre diferentes jurisdições. Temos satisfação em contar com a Global Gas Tracking como gestora credenciada do I-TRACK(G) Code e esperamos apoiar uma abordagem padronizada para o rastreamento de gases renováveis em escala global.”

A interoperabilidade também atende uma demanda crescente de multinacionais que operam metas integradas de carbono e precisam consolidar inventários ambientais em diferentes regiões.

Brasil ganha protagonismo no mercado internacional de biometano

A escolha do ambiente brasileiro como referência para validação prática do padrão reforça o avanço do país no mercado de biogás e biometano. O ecossistema nacional já vinha operando mecanismos de certificação voluntária por meio da plataforma GAS-REC, agora utilizada como base para expansão internacional do modelo.

Dentro da estrutura desenhada pelo novo código, o Instituto Totum seguirá responsável pela gestão das emissões no mercado brasileiro, enquanto a plataforma internacional da Evident administrará os registros globais fora do país.

O diretor-geral da ACT Group para a região Ásia-Pacífico, John Davis, destacou que a padronização tende a ampliar a confiança dos investidores e acelerar o crescimento do mercado internacional de gases renováveis: “Recebemos com entusiasmo o lançamento do I-TRACK(G) Code como um importante avanço para ampliar a transparência e a consistência nos mercados de biogás e biometano. Como adotantes iniciais, enxergamos valor significativo em uma estrutura padronizada e interoperável, capaz de viabilizar sistemas verificáveis de certificação e fortalecer a confiança em toda a cadeia de valor. Com a crescente demanda por gases renováveis na região Ásia-Pacífico, iniciativas como essa terão papel fundamental para apoiar o crescimento escalável do mercado e a transição regional para uma matriz energética de menor carbono”.

A conexão entre o padrão internacional e o CGOB também é vista pelo setor como um fator estratégico para atrair investimentos em infraestrutura de gás renovável no Brasil.

O diretor-geral do Instituto Totum, Fernando Giachini Lopes, ressaltou a relevância da compatibilidade regulatória com o programa federal brasileiro: “Temos orgulho de ver o I-TRACK(G) Code lançado como um padrão global de certificação para biogás e biometano. Este é um passo importante para oferecer ao mercado uma estrutura mais robusta, confiável e escalável para o rastreamento de atributos de gases renováveis em diferentes jurisdições. Também é especialmente relevante que o padrão tenha sido desenvolvido de forma compatível com o CGOB, o novo programa federal regulado de certificados de origem de biometano no Brasil”.

Certificação pode acelerar financiamento e expansão do setor

Além do aspecto regulatório, a criação de um padrão internacional de rastreabilidade é vista como um instrumento importante para destravar financiamento de projetos e ampliar a liquidez dos ativos ambientais associados ao biometano.

A ausência de critérios globais uniformes vinha sendo apontada por investidores como uma das barreiras para expansão de contratos internacionais de longo prazo.

O diretor da Evident e parceiro da GGT, Travis Caddy, afirmou que a padronização tende a reduzir inseguranças comerciais e criar um ambiente mais robusto para expansão do mercado: “Estabelecer uma estrutura consistente e interoperável para os atributos de biogás e biometano é um passo relevante para destravar esses mercados em escala. Ao oferecer aos consumidores certificados confiáveis e negociáveis, acreditamos que o padrão pode acelerar o acesso a financiamento para projetos e impulsionar a implementação de soluções de gases renováveis em escala comercial”.

Com o avanço da demanda global por combustíveis renováveis e metas corporativas de neutralidade climática, o lançamento do I-TRACK(G) consolida um novo estágio de maturidade para o mercado de biometano. A tendência é que mecanismos de certificação interoperáveis passem a desempenhar papel central na integração internacional das cadeias de descarbonização industrial, especialmente em setores de difícil abatimento de emissões.

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Premiação reflete atuação da empresa como parceira estratégica de organizações que buscam reforçar agenda ESG

Protagonista na jornada de descarbonização da indústria brasileira, a Casa dos Ventos recebeu o selo de maior emissora de I-RECs eólicos do país em 2025. Celebrada durante o I-REC Day, a conquista destaca o papel da companhia em transformar compromissos climáticos em resultados práticos. Com uma oferta robusta de atributos ambientais, a empresa se posiciona como o elo vital para setores que demandam alta performance sustentável, reforçando sua autoridade como o motor da economia de baixo carbono no Brasil.

O resultado reflete a robustez do portfólio da Casa dos Ventos e sua capacidade de geração e comercialização de certificados de energia renovável. Ao longo de 2025, a companhia emitiu mais de 4 milhões de I-RECs eólicos. Esse volume pode aumentar visto que empresas ainda podem obter certificações referentes a seus inventários de 2025. 

Os I-RECs (International Renewable Energy Certificates) são certificados que comprovam a origem renovável da energia consumida, permitindo que empresas abatam suas emissões indiretas de carbono (escopo 2) e avancem em suas estratégias de descarbonização. Cada certificado equivale a 1 MWh de energia renovável gerada, funcionando como um importante instrumento de rastreabilidade e incentivo à transição energética. 

O Diretor de Comercialização da Casa dos Ventos, Itamar Lessa, destacou que o reconhecimento está diretamente ligado à estratégia de diversificação do portfólio da companhia, que oferece um variado leque de soluções capazes de impulsionar a jornada de descarbonização de empresas de diversos perfis. “Esse prêmio reforça nossa visão de que a transição energética vai além da geração de energia renovável. Temos avançado de forma consistente na oferta de soluções em atributos ambientais, como os I-RECs, que permitem aos nossos clientes acelerar suas metas de descarbonização com segurança e rastreabilidade”, afirmou.

A atuação da empresa nesse mercado integra uma estratégia mais ampla de diversificação, que combina a expansão de ativos como geradora e desenvolvedora de energia renovável com o avanço em soluções associadas ao mercado de carbono e certificados ambientais.

A companhia também vem ampliando sua presença no mercado de créditos de carbono, com projetos que somam centenas de milhares de toneladas de CO₂ evitadas e potencial de geração de milhões de créditos por ano, fortalecendo seu posicionamento como uma plataforma completa de soluções para a transição energética.

Sobre a Casa dos Ventos 

Somos referência em energia renovável e protagonista na transição energética do Brasil. Com quase duas décadas de atuação, temos conhecimento em todos os elos da cadeia do setor e trabalhamos para que nossos clientes tenham redução de custos e atinjam suas metas de emissão de forma eficiente e sustentável. 

Para avançar em nossa posição de relevância no setor, possuímos, conjuntamente com empresas do grupo, o maior portfólio de projetos eólicos e solares do País, com aproximadamente 33,4 GW de capacidade. Aceleramos nosso crescimento por meio da joint venture com a TotalEnergies, uma das maiores empresas de energia do mundo, e nos tornamos o veículo exclusivo de renováveis da multinacional no país. 

Somos signatários do Pacto Global da ONU e trabalhamos de forma alinhada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e às melhores práticas de ESG; preservamos os biomas locais e desenvolvemos projetos sociais nas comunidades em que estamos presentes, de modo a contribuirmos para impulsionar o Brasil rumo a uma economia de zero carbono. 

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Na última semana de março, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) informou uma meta de redução de 0,5% nas emissões a ser cumprida por produtores e importadores de gás natural por meio da compra de biometano (substância idêntica ao gás natural, mas feita a partir de biogás) para mitigar emissões. O percentual é o dobro da proposta original enviada no ano passado.

“A meta anunciada significa 480 mil metros cúbicos diários de biometano que terá de ser adquirido pelos agentes neste ano”, afirma o diretor geral do Instituto Totum, Fernando Lopes.

A companhia foi a primeira credenciada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) como agente certificador de origem, tornando-se a primeira entidade autorizada a certificar produtores de biometano para emissão do Certificado de Garantia de Origem do Biometano (CGOB).

Para o presidente da Copersucar, Tomás Manzano, “esse é um mercado importante que tem muito potencial”. Na sua avaliação, o certificado separa o atributo físico do ambiental e dá previsibilidade às empresas.

A base do CGOB está na Lei do Combustível do Futuro, que determina metas de redução da intensidade de carbono no setor de gás natural, movimentado hoje por grandes petroleiras, como a Petrobras.

O país deverá chegar até o fim da década como um dos cinco maiores produtores de petróleo do mundo, segundo dados da consultoria Rystad. Grande parte do óleo extraído no pré-sal é associado a gás natural.

Do lado da oferta, as usinas de açúcar e milho têm trabalhado cada vez mais integradas, somando produtos ao seu portfólio. O setor responde pela maior parcela da oferta possível de CGOB: a vinhaça, resíduo da cana, é convertida por bactérias em biogás, insumo do biometano. O setor sucroenergético corresponde pela maior parte do potencial do biogás que pode ser produzido no Brasil.

Estudo apresentado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) aponta que o estado seria capaz de produzir cerca de 6,4 milhões de metros cúbicos por dia de biometano, o equivalente a 32% do consumo de gás natural em São Paulo.

Atingido esse potencial, 20 mil novos empregos poderiam ser criados, além de haver outros ganhos, como a substituição de parte do diesel usado no transporte e a redução das emissões de carbono em até 16%.

Outro estudo, da Copersucar, destaca que o país vive um ponto de inflexão: a produção de biometano deve mais do que triplicar até 2027, impulsionada por novos investimentos em plantas e políticas de transição energética.

Em 2024, dez plantas somavam uma capacidade de produção de 656 mil m³ diários. Até 2027, o Brasil deve contar com 42 novas unidades, elevando a capacidade de produção para 2,3 milhões de m³ por dia.

Por: Roberto Rockman | Fonte: Visão Agro

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Certificação é peça chave para viabilizar rastreabilidade, valor ambiental e novos negócios no setor de combustíveis renováveis

O Instituto Totum foi credenciado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) como o primeiro Agente Certificador de Origem (ACO) do Brasil, tornando-se a primeira entidade autorizada a certificar produtores de biometano para emissão do Certificado de Garantia de Origem de Biometano (CGOB).
Instituído pela Lei nº 14.993/2024, o CGOB é o instrumento que permitirá comprovar, de forma independente e auditável, que o biometano comercializado possui origem renovável. Na prática, o certificado cria um sistema de rastreabilidade que conecta produção, certificação e consumo, alinhando o Brasil às melhores práticas internacionais de mercado.
A certificação é considerada fundamental para o desenvolvimento do setor, pois agrega valor ao biometano, amplia a confiança de compradores, especialmente grandes consumidores e empresas com metas ESG, e viabiliza novos modelos de negócios baseados em atributos ambientais.


Além disso, o avanço ocorre em um momento decisivo. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou recentemente a meta de biometano na descarbonização do mercado de gás natural, com a exigência mínima de 0,5% em 2026. Isso reforça a importância do agente certificador, que vai validar o CGOB, conferindo maior credibilidade ao processo.
O potencial do setor também reforça a relevância desse movimento. Estimativas indicam que o Brasil pode produzir cerca de 44 bilhões de metros cúbicos de biometano por ano, mas atualmente utiliza apenas uma pequena fração desse volume, cerca de 109 milhões de m³, segundo dados de 2025 da ANP, o que evidencia o espaço para expansão e novos investimentos no país.
“A certificação de origem é o que transforma o biometano em um ativo ambiental rastreável e valorizado, como já fazemos há mais de 6 anos com o GAS-REC. Com o CGOB criamos uma base sólida para expansão do setor e atração de investimentos. Nossa ideia é integrar o CGOB a certificação internacional I-TRACK(G)”, afirma Fernando Giachini Lopes, diretor geral do Instituto Totum.
Além de garantir transparência, o CGOB também deve desempenhar papel relevante no cumprimento de metas de descarbonização, ao permitir que empresas comprovem a substituição de combustíveis fósseis por alternativas renováveis.
Com o credenciamento como ACO, o Instituto Totum passa a atuar diretamente na validação dessas informações, assegurando que todo o processo siga critérios técnicos e regulatórios definidos pela ANP.
O avanço ocorre em um momento de forte crescimento do biometano no Brasil, impulsionado pela disponibilidade de resíduos agroindustriais e pela necessidade de diversificação da matriz energética.


“É realmente um marco para o setor e as empresas interessadas já podem iniciar o processo de certificação junto ao Instituto Totum. Será um passo fundamental para estruturar esse mercado no Brasil com transparência, credibilidade e segurança regulatória”, conclui Fernando Giachini Lopes.

Fonte: MEIO FILTRANTE

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