Instituto Totum amplia sua grade de cursos para suprir a alta demanda por especialistas em descarbonizaçãoenergia renovável e mercado de carbono, capacitando profissionais para enfrentar os desafios da sustentabilidade no Brasil.

O mercado brasileiro de energia e sustentabilidade vive um momento de transformação acelerada. Com o avanço das agendas de transição energética e a necessidade crescente de transparência corporativa, a demanda por mão de obra técnica qualificada nunca foi tão expressiva. Nesse cenário, o Instituto Totum tem se destacado como referência na formação de profissionais preparados para atuar com inventários de emissõesrastreabilidade ambiental e estratégias de neutralidade climática.

Ao integrar conhecimento teórico robusto com uma visão prática do mercado, a instituição preenche uma lacuna crítica para empresas que buscam adaptar suas operações às exigências globais e locais. O foco em temas como créditos de carbonobiometano e certificação de energia torna esses cursos pilares fundamentais para quem deseja liderar a mudança dentro de suas organizações.

Capacitação estratégica para o mercado de carbono

Entre os programas de maior destaque estão o “Carbono de A a Z” e o “Curso de Excelência em Inventário de GEE”. Estas formações oferecem uma imersão completa nos mecanismos de gases de efeito estufa (GEE), cobrindo desde o entendimento do mercado regulado e voluntário até a aplicação prática de estudos de casos reais. O objetivo é que o aluno compreenda, de forma eficaz, como utilizar instrumentos como o I-REC e o GAS-REC para otimizar a gestão ambiental.

“Os temas abordados durante o treinamento e a interação com especialistas no assunto permitiram o aprofundamento do conhecimento, o entendimento da aplicação nas atividades desenvolvidas pelos diversos segmentos e como nós, agora especialistas, podemos contribuir para um futuro mais sustentável”, destaca Nathália Susen Lopes, da Usina São Martinho.

Conexão entre técnica e visão de mercado

Com mais de duas décadas de atuação, o Instituto Totum consolidou sua expertise em auditoria e verificação independente. Segundo Fernando Giachini Lopes, a missão da instituição vai além do ensino técnico básico:

“Existe hoje uma necessidade crescente de profissionais preparados para lidar com temas ligados à descarbonização, carbono, energia renovável, combustíveis sustentáveis e rastreabilidade ambiental. Os cursos do Instituto Totum têm justamente o objetivo de conectar conhecimento técnico, aplicação prática e visão de mercado, contribuindo para a formação de especialistas capazes de apoiar a transformação sustentável das organizações brasileiras”.

Impacto na transição energética brasileira

A eficácia dessa estratégia pode ser observada nos números recentes: apenas em 2024, o instituto realizou 15 cursos, capacitando quase 200 profissionais de setores vitais como agronegócio, indústria, mercado financeiro e óleo e gás. Essa capilaridade é essencial para que o Brasil avance em compromissos como o RenovaBio e outras certificações voltadas à sustentabilidade.

Ao olhar para o futuro, a tendência é que a exigência por profissionais certificados continue subindo, acompanhando as novas regulamentações ambientais. Ao fortalecer a base técnica desses especialistas, o Instituto Totum não apenas fomenta carreiras, mas impulsiona a competitividade e a responsabilidade socioambiental de todo o ecossistema empresarial brasileiro.

Para saber mais sobre as próximas turmas e detalhes das capacitações, acesse o site oficial do curso Carbono de A a Z ou confira as informações sobre o Curso de Excelência em Inventário de GEE.

Fonte: Energia Limpa

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O mercado brasileiro de atributos ambientais e rastreabilidade para o gás renovável consolida uma trajetória de expansão acelerada. Dados fechados do programa GAS-REC, gerido pelo Instituto Totum, revelam que as emissões acumuladas do certificado já ultrapassaram a marca de 5,8 milhões de unidades desde o seu lançamento em 2022. O indicador acompanha de perto o amadurecimento da demanda corporativa por lastro de descarbonização focado em biogás e biometano no ambiente de contratação industrial.

A evolução histórica dos dados demonstra uma curva de crescimento consistente do programa voluntário. O volume anual saltou de 943 mil certificados emitidos em 2022 para 1,37 milhão em 2025, registrando o maior patamar anual de sua história. No balanço parcial de 2026, o ritmo se mantém aquecido com 1,46 milhão de certificados emitidos até o momento, montante alinhado à sazonalidade tradicional do setor e à preparação dos agentes de mercado para a introdução de novos instrumentos de governança.

Segurança jurídica e a dissociação do atributo ambiental

A maturidade do ecossistema de negócios verde no país reflete o avanço regulatório que deu contornos claros à comercialização desses ativos. Ao analisar a evolução histórica dos indicadores, o diretor geral do Instituto Totum, Fernando Lopes, aponta que o mercado vem compreendendo de forma cada vez mais clara o papel desses instrumentos na agenda de descarbonização. O executivo avalia que a evolução regulatória conferiu mais confiança a produtores e consumidores, impulsionada principalmente pelo reconhecimento legal da dissociação entre a molécula energética e o seu respectivo atributo ambiental.

O dirigente ressalta que o recorde de emissões observado ao longo de 2025 decorre diretamente desse processo de aculturamento e da antecipação de novos modelos de comércio de emissões no Brasil. Lopes argumenta que houve um esforço relevante de disseminação de conhecimento nos últimos anos, resultando em uma preparação natural dos agentes econômicos para a entrada de novas frentes de mercado, a exemplo do CGOB, o que ajudou a acelerar o ritmo de procura pelos certificados voluntários.

Transição para o CGOB e o mercado regulado de carbono

Apesar da consistência dos números auditados, a avaliação institucional é de que o mercado brasileiro de gás renovável se encontra em sua fase inicial de consolidação, com transações concentradas em grandes consumidores corporativos que lideram metas globais de sustentabilidade.

A expansão em larga escala deve ganhar tração definitiva nos próximos anos a partir de três pilares estruturais: a operacionalização do Certificado de Garantia de Origem do Biometano (CGOB), o avanço do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) e a pressão das metas globais de escopo 1 e 2 das grandes indústrias.

O Instituto Totum vem se posicionando de forma estratégica para liderar essa transição. A entidade foi chancelada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) como o primeiro Agente Certificador de Origem (ACO) do CGOB. Além disso, obteve autorização para atuar como escriturador e registrador do sistema, centralizando as funções de controle de titularidade, emissão e rastreabilidade dos novos títulos regulados.

Diante desse redesenho normativo, Fernando Lopes antecipa um cenário de forte ganho de liquidez no curto prazo. Na visão do executivo, os próximos três anos serão decisivos para a consolidação desse ecossistema, projetando um salto relevante de escala e liquidez à medida que as novas regras entrarem em vigor e os inventários corporativos passarem a incorporar tais instrumentos de forma mais ampla.

Biometano lidera expansão de usinas e atrai transporte pesado

Atualmente, o portfólio do programa GAS-REC conta com 9 usinas ativas e cadastradas, das quais duas são dedicadas à produção de biogás e sete voltadas ao mercado de biometano. A estimativa do Instituto Totum é de que esse parque tecnológico dobre de tamanho nos próximos 18 meses, impulsionado pelo pipeline de investimentos em novas plantas de refino de gás renovável no país.

O protagonismo do biometano no volume de certificados emitidos é explicado por diferenciais técnicos intrínsecos à sua cadeia de produção. O diretor geral da instituição detalha que o modelo de certificação considera o poder energético do gás, segmento no qual o biometano possui maior concentração. Adicionalmente, o executivo pondera que as plantas desse combustível costumam ser estruturadas em maior escala, fator que naturalmente expande a oferta de títulos no mercado.

Na esteira dessa oferta ampliada, a demanda futura deve se concentrar em setores difíceis de descarbonizar (hard-to-abate). Lopes afirma que esses segmentos demandam soluções viáveis para mitigação imediata de emissões, identificando no biometano e em seus certificados uma alternativa sólida que alia rastreabilidade, integridade ambiental e ganhos operacionais.

De olho no mercado global, o executivo conclui apontando que o Brasil reúne condições únicas para exercer uma liderança global no setor, sustentado por uma forte base agroindustrial, grande potencial em resíduos sólidos urbanos e saneamento, além de uma engenharia regulatória robusta. O diretor aposta que o modelo desenvolvido em território nacional possui atributos para se transformar em uma referência internacional para a certificação de gás renovável.

Lançado originalmente em 2020, o programa GAS-REC opera sob um rigoroso processo de auditoria documental, análise laboratorial e controle digital. O modelo obteve reconhecimento internacional da Fundação I-TRACK, atestando sua conformidade nativa com o futuro padrão global I-TRACK(G) para a harmonização internacional do mercado de biogás.

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Brazil to establish mandate on biomethane certificates

New standard fills emissions mitigation gap

The I-TRACK Foundation has launched certification standards for biogas and biomethane in partnership with the Global Gas Tracking, enabling issuance, transfer and redemption of certificates for these gases, following increased demand for biomethane in Brazil and Asia.

The so-called I-TRACK(G) Code was developed through a collaboration between registry companies Evident Group and Totum Institute, following a public consultation, tests and implementation in Brazil.

Natural gas consumption is an important component of Scope 1 and 2 carbon emissions, with companies having few alternatives to mitigate them. The new certification, launched in May 2026, aims to fill this gap.

“We believe the standard can help accelerate access to finance for projects and drive real-world deployment of renewable gas solutions,” said Travis Caddy, director at Evident.

Currently, the I-TRACK Foundation manages standards for several renewable products, including International Renewable Energy Certificates, hydrogen and carbon dioxide removal. The new gas framework is interoperable with I-REC and I-TRACK(HX) for hydrogen, facilitating management across sectors and reducing duplication risks, I-TRACK said.

“With demand for renewable gas accelerating in Asia Pacific, initiatives like this will play a key role in supporting scalable market growth,” said John Davis, managing director for the Asia Pacific region at ACT Group, a company that provides environmental consultancy and plans to be an early adopter of the certificates.

Outside Brazil, the certificates are managed by Evident on its new I-TRACK(G) registry. Within Brazil, the Totum Institute will continue to administer the code through its GAS-REC registry.

Regulated demand

The launch is also part of the Totum Institute’s efforts to standardize its gas certifications ahead of new mandatory requirements in Brazil, expected to take effect in 2026.

“The standard has been designed to be compatible with CGOB, Brazil’s new federally regulated biomethane certificate of origin program,” said Fernando Giachini Lopes, CEO of Totum.

Brazil is preparing to adopt mandatory requirements of biomethane certificates this year, as the country struggles to decarbonize its fuel sector. Natural gas producers and importers in the country will be required to buy guarantees of origin of biomethane when the program is fully implemented.

The national oil agency, ANP, will oversee the certificates, called CGOB, and producers and importers will initially be required to certify 0.5% of their volumes annually starting in 2026.

In response to this regulation, the Totum Institute, which issues I-RECs and Gas-RECs in Brazil, has obtained the certification to issue the mandatory CGOB certificates. The regulation allows other companies to issue CGOB certificates once they are certified by ANP.

Brazil has the capacity to produce 840,000 cubic meters of biomethane, according to the national biogas and biomethane association, Abiogás.

Fonte: S&P Global

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A Prime Energy, responsável pelas soluções da Shell Energy no Brasil para consumidores empresariais, anunciou a ampliação de sua parceria com a Supergasbras.

O novo acordo prevê a migração de mais unidades da distribuidora para o Mercado Livre de Energia, além da expansão do modelo de energia por assinatura.

Com a nova etapa da parceria, quatro unidades adicionais da Supergasbras passarão a operar no Ambiente de Contratação Livre (ACL), elevando para 21 o número de unidades atendidas nesse formato até o fim de 2026. Outras cinco unidades consumidoras também serão incorporadas ao projeto de energia por assinatura da Prime Energy, solução baseada em geração distribuída.

Segundo as empresas, a iniciativa integra a estratégia da Supergasbras de aprimorar a gestão energética de suas operações, buscando maior previsibilidade de custos, eficiência no consumo e diversificação das soluções contratadas. Atualmente, a parceria já envolve a gestão das unidades de maior consumo da companhia no mercado livre, além de suporte técnico para migração do mercado cativo ao ACL, monitoramento de consumo por plataforma digital e consultoria especializada.

No mercado livre de energia, os consumidores podem negociar diretamente condições como preço, prazo e fonte de fornecimento. Já o modelo de energia por assinatura permite acesso à geração renovável compartilhada sem necessidade de investimento próprio em infraestrutura.

Projetos como esse mostram como a energia vem ganhando um papel cada vez mais estratégico na operação das empresas. No caso de companhias com presença nacional e diferentes perfis de consumo, como a Supergasbras, nosso papel é estruturar soluções adequadas a cada unidade, combinando previsibilidade, eficiência e inteligência de mercado”, afirmou Ana Lia Ferrero, CEO da Prime Energy.

As empresas destacaram ainda que a gestão eficiente de energia vem se tornando fator relevante para competitividade, especialmente em setores de consumo intensivo. Entre as ações desenvolvidas na parceria estão análise de faturas, monitoramento contínuo do consumo, revisão de processos e equipamentos, além da avaliação de fontes renováveis complementares.

Energia deixou de ser apenas um item de despesa e passou a ser um tema estratégico para a sustentabilidade. Alinhada às metas da Supergasbras de zerar as emissões do Escopo 2, inclusive por meio da compra de I-RECs, a ampliação da parceria com a Prime fortalece nossa estratégia de eficiência energética e traz mais previsibilidade e robustez para o planejamento das operações e para o atingimento das metas de redução de emissões”, afirmou Priscila Maziero (foto), gerente de Sustentabilidade da Supergasbras.

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A standardised framework for tracking and certifying biogas and biomethane attributes has been launched by the I-TRACK Foundation and Global Gas Tracking, enabling certificates to be issued, transferred and redeemed across international markets.

The I-TRACK Product Code for Biogas and Biomethane — known as I-TRACK(G) — was developed by a consortium of Evident Group in the UK and Instituto Totum in Brazil, following a public consultation and initial testing through Instituto Totum’s GAS-REC registry in Brazil.

Certificates will be issued and tracked through registries operated by Instituto Totum and Evident, which is now part of Xpansiv. Outside Brazil, Evident will operate the new I-TRACK(G) Registry.

The framework is designed to be interoperable with other I-TRACK product codes, including I-REC(E) for renewable electricity and I-TRACK(HX) for hydrogen, allowing consistent attribute management across energy carriers.

Jared Braslawsky, executive director of the I-TRACK Foundation, said the launch extended the reach of its International Attribute Tracking Standard into renewable gas markets, enabling “consistent, transparent, and high-integrity tracking across jurisdictions.”

Travis Caddy, director at Evident, said the standard could help “accelerate access to finance for projects and drive real-world deployment of renewable gas solutions” by giving end-users trusted, tradeable certificates.

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Com quase 200 profissionais capacitados em setores estratégicos, Instituto Totum expande grade de treinamentos técnicos com foco em inventários de GEE, certificações I-REC e regulação ambiental.

O amadurecimento das metas globais de descarbonização e a estruturação do arcabouço regulatório de finanças verdes transformaram a gestão de emissões em um ativo estratégico para o ambiente corporativo brasileiro. Com a exigência crescente de investidores e agências de classificação por dados auditáveis, o mercado de energia e infraestrutura enfrenta um gargalo técnico: a escassez de mão de obra qualificada para mensurar, certificar e comercializar atributos ambientais. Diante desse cenário, o Instituto Totum vem expandindo sua atuação na formação de especialistas voltados às agendas de carbono, energia limpa, gases renováveis e rastreabilidade.

Desde 2024, a instituição registrou a realização de 15 cursos e treinamentos dedicados a mitigar essa lacuna de competência técnica no país. Ao todo, 197 profissionais provenientes de verticais de alta complexidade regulatória, incluindo os segmentos de energia, óleo e gás, agronegócio, indústria tradicional, auditoria independente e mercado financeiro, passaram pelas capacitações para replicar metodologias de mitigação e conformidade ambiental em suas respectivas organizações.

O papel dos inventários corporativos e dos ativos de rastreabilidade (I-REC e GAS-REC)

No jornalismo setorial, a precisão na elaboração de inventários de Gases de Efeito Estufa (GEE) é apontada como o alicerce para qualquer estratégia corporativa de emissões líquidas zero (Net Zero). O domínio prático sobre escopos de emissão, pegadas de carbono e mecanismos de compensação voluntária e regulada passou a ditar a competitividade de grandes consumidores no mercado livre de energia.

Dentro da grade de especialização técnica da entidade, programas como o “Carbono de A a Z” e o “Curso de Excelência em Inventário de GEE” incorporam estudos de caso focados em instrumentos de mercado consagrados na matriz elétrica, como o I-REC (Certificado de Energia Renovável), e em fronteiras emergentes, a exemplo do GAS-REC (voltado para a cadeia do biometano). A correta aplicação desses mecanismos otimiza o relato de sustentabilidade corporativa e protege os balanços financeiros contra riscos de greenwashing.

A aplicação prática desse ecossistema de aprendizado na rotina de grandes players do setor de bioenergia é endossada por quem atua diretamente no monitoramento de processos industriais, como destaca Nathália Susen Lopes, profissional de Suporte Técnico SGI na Usina São Martinho: “Os temas abordados durante o treinamento e a interação com especialistas no assunto permitiram o aprofundamento do conhecimento, o entendimento da aplicação nas atividades desenvolvidas pelos diversos segmentos e como nós, agora especialistas, podemos contribuir para um futuro mais sustentável”

Adequação regulatória e auditoria independente

Fundado em 2003, o Instituto Totum construiu sua trajetória balizado pelas demandas de auditoria, verificação independente e validação de salvaguardas regulatórias, operando como uma ponte de conformidade técnica para programas nacionais como o RenovaBio. O avanço das frentes institucionais sinaliza que a demanda por essa capacitação deve se intensificar à medida que o mercado regulado brasileiro de emissões avance em suas diretrizes de governança.

O diretor-fundador do Instituto Totum, Fernando Giachini Lopes, ponderou sobre a urgência comercial que impulsiona as corporações a buscarem o desenvolvimento de competências internas especializadas: “Existe hoje uma necessidade crescente de profissionais preparados para lidar com temas ligados à descarbonização, carbono, energia renovável, combustíveis sustentáveis e rastreabilidade ambiental. Os cursos do Instituto Totum têm justamente o objetivo de conectar conhecimento técnico, aplicação prática e visão de mercado, contribuindo para a formação de especialistas capazes de apoiar a transformação sustentável das organizações brasileiras”

A agenda de próximos treinamentos presenciais da instituição já está confirmada para o mês de julho, na capital paulista, cobrindo tanto a imersão nos mercados voluntários quanto o treinamento avançado em estudos de caso reais para inventários corporativos.

Serviço

Curso “Carbono de A a Z: Formação de Especialistas em Carbono”

Curso de Excelência em Inventário de GEE

Fonte: Cenário Energia

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Congraf Embalagens renova a Certificação Internacional de Energia Renovável (I-REC), reafirmando, na prática, a consistência de sua estratégia de sustentabilidade. A recertificação assegura que 100% da energia consumida pela empresa em 2025, certificada em 2026, é proveniente de fontes limpas.

A energia certificada tem origem no parque eólico Delfina, localizado em Campo Formoso, na Bahia, reforçando a escolha por uma matriz energética renovável e de alto desempenho ambiental. Por meio do mecanismo de certificação I-REC, a Congraf garante a rastreabilidade da energia utilizada e a compensação do consumo energético do período anterior, com a aposentadoria dos certificados.

“Mais do que utilizar energia renovável, buscamos garantir consistência nas nossas escolhas e evoluir continuamente na forma como reduzimos impactos e geramos valor sustentável para toda a cadeia”, afirma Sidney Anversa Victor Junior, diretor de operações da Congraf Embalagens.

O que é a Certificação I-REC

O I-REC é um certificado internacional que comprova a origem renovável da energia consumida. Cada certificado representa 1 MWh de energia gerada a partir de fontes limpas, garantindo transparência, rastreabilidade e alinhamento com padrões globais de sustentabilidade.

Ao integrar uma cadeia produtiva abastecida por energia renovável, as empresas fortalecem suas estratégias ambientais e ESG, com ganhos concretos em redução de emissões e reputação de marca.

“Quando avançamos na nossa matriz energética, ampliamos também o valor que entregamos aos nossos clientes, que passam a contar com um parceiro alinhado às suas metas de descarbonização e sustentabilidade”, explica o diretor.

Esse movimento também amplia a competitividade da fabricante de embalagens no mercado. A consistência na adoção de práticas sustentáveis torna a empresa mais atrativa para organizações que priorizam fornecedores alinhados a critérios ESG, além de reforçar sua posição como referência em responsabilidade ambiental no setor de embalagens.

Com essa nova certificação, a Congraf segue avançando com solidez em sua jornada sustentável, conectando eficiência operacional, compromisso ambiental e geração de valor para todo o ecossistema em que está inserida.

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A Brado Logística encerrou 2025 com 100% do consumo de energia elétrica proveniente de fontes renováveis. Esse é o resultado da migração para o mercado livre de energia e da implementação de medidas de eficiência energética. As ações reduziram o consumo total em 16% em comparação ao ano anterior.

A principal ação da companhia foi a negociação no mercado livre de energia, onde contratou fornecedores com certificação I-REC (International Renewable Energy Certificate). Esse é o selo internacional que garante a origem renovável da eletricidade consumida nas operações. Nesse sentido, a  certificação permite rastreabilidade completa da energia,. E assim, comprova que cada MWh consumido pela empresa foi gerado a partir de fontes como solar, eólica, hidrelétrica ou biomassa.

Eficiência energética

Além da migração para fontes renováveis, a Brado implementou medidas de eficiência energética que resultaram em redução de 16% no consumo total de energia. Uma das principais ações foi a substituição de servidores de TI por equipamentos de nova geração, que consomem 97% menos energia do que modelos anteriores.

Os novos servidores também praticamente não emitem calor, dessa forma, reduzem drasticamente a necessidade de climatização em ambientes de data center e salas técnicas. Ou seja, considerando que sistemas de refrigeração podem representar até 40% do consumo energético em instalações de TI, essa redução na geração de calor gera economia adicional significativa.

Além disso, a combinação entre migração para energia renovável e redução do consumo absoluto representa abordagem integrada de sustentabilidade energética. Enquanto a contratação de energia limpa no mercado livre reduz as emissões de escopo 2, as medidas de eficiência diminuem a demanda total.

Vantagens

A migração para o mercado livre de energia com foco em fontes renováveis oferece múltiplas vantagens para empresas comprometidas com descarbonização. Primeiro, permite escolha ativa da fonte geradora, diferentemente do mercado regulado onde a energia provém do mix nacional sem garantia de origem.

Segundo, a certificação I-REC fornece comprovação auditável e reconhecida internacionalmente da origem renovável, essencial para relatórios ESG, inventários GHG Protocol e compromissos de neutralidade de carbono.

Terceiro, o mercado livre frequentemente oferece preços mais competitivos, especialmente para contratos de longo prazo com geradores renováveis, permitindo previsibilidade de custos e proteção contra volatilidade tarifária.

E por fim, a contratação direta de energia renovável sinaliza demanda de mercado para novos projetos de geração limpa.

Tendência crescente

Dessa forma, a iniciativa da Brado reflete tendência crescente no setor corporativo brasileiro. Segundo dados da CCEE, o número de consumidores no mercado livre cresceu exponencialmente nos últimos anos.

Grandes consumidores industriais, do varejo, logística e tecnologia têm liderado essa migração, pressionados por clientes, investidores e compromissos climáticos corporativos. A certificação I-REC tornou-se padrão de mercado para comprovação de consumo renovável, sendo aceita em iniciativas globais como RE100, CDP e Science Based Targets.

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O Instituto Totum reforça sua atuação nas áreas de energia e gás com a chegada de dois novos consultores estratégicos: Isabel Arantes e Rafael Noguchi.

Os profissionais passam a integrar conjuntamente as frentes ligadas à certificação, rastreabilidade ambiental, gases renováveis, CGOB e desenvolvimento de novos mercados. Isso ocorre em um momento de expansão das iniciativas relacionadas à transição energética, biometano e combustíveis renováveis no Brasil e no exterior.

Fonte: Canal Energia

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