Novo regulamento da UE restringe a entrada de produtos associados ao desmatamento, mesmo quando este é considerado legal no país de origem

Processo contínuo de verificação

Leia mais opiniões de especialistas e lideranças do agro

Novo padrão de mercado?

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O Instituto Totum reforça sua atuação nas áreas de energia e gás com a chegada de dois novos consultores estratégicos: Isabel Arantes e Rafael Noguchi. Os profissionais passam a integrar conjuntamente as frentes ligadas à certificação, rastreabilidade ambiental, gases renováveis, CGOB e desenvolvimento de novos mercados, em um momento de expansão das iniciativas relacionadas à transição energética, biometano e combustíveis renováveis no Brasil e no exterior.

A nova equipe também terá atuação nas iniciativas ligadas à Global Gas Tracking (GGT), empresa criada para operacionalizar o novo código global de rastreabilidade para biometano, o I-TRACK(G), lançado recentemente pela I-TRACK Foundation em parceria com a GGT. Entre os focos de atuação estão o fortalecimento das iniciativas de rastreabilidade ambiental, certificação de gases renováveis e desenvolvimento de mercados nacionais e internacionais ligados à transição energética.

Com quase 20 anos de experiência em desenvolvimento de negócios, energia e commodities, Isabel Arantes traz ao Totum uma trajetória ligada à expansão de mercados, estruturação de projetos estratégicos e relacionamento com grandes empresas dos setores de energia, biometano, eficiência energética e transição energética.

Já Rafael Noguchi é engenheiro ambiental com experiência em sustentabilidade, ESG e certificações ambientais, tendo atuação destacada na consolidação do RenovaBio no Brasil, além de experiência em regulamentações ambientais internacionais, logística reversa, economia circular e gestão de projetos ligados à sustentabilidade.

As novas contratações ocorrem em um momento de expansão das agendas ligadas à descarbonização, transição energética e rastreabilidade ambiental, consideradas estratégicas pelo Instituto Totum. “A chegada da Isabel e do Rafael representa um movimento estratégico para fortalecer nossa atuação em áreas que ganham cada vez mais relevância no mercado de energia e gases renováveis. São profissionais que chegam para ampliar nossas entregas em um setor que vive um momento decisivo de crescimento e transformação”, afirma Fernando Lopes, diretor-geral do Instituto Totum.

Luciano Figueiredo, que anteriormente atuava nessas frentes no instituto, deixa o Totum após 12 anos na entidade para seguir novos desafios. O Instituto Totum reconhece sua contribuição ao longo desse período e deseja sucesso em seu próximo passo profissional.

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Lançamento do código I-TRACK(G) cria estrutura global para rastreabilidade de biogás e biometano, amplia segurança regulatória e aproxima o mercado brasileiro das cadeias internacionais de descarbonização

O mercado global de gases renováveis entrou em uma nova etapa de padronização e integração internacional. A I-TRACK Foundation e a Global Gas Tracking (GGT) anunciaram o lançamento do Código I-TRACK(G), novo padrão internacional voltado à certificação, rastreabilidade e negociação de atributos ambientais de biogás e biometano.

A iniciativa surge em um momento de aceleração dos mercados de combustíveis de baixo carbono e de crescente pressão corporativa por mecanismos auditáveis de comprovação ambiental. Na prática, o novo código estabelece regras globais para emissão, transferência e liquidação de certificados associados à produção de gases renováveis, criando uma linguagem comum entre diferentes jurisdições e cadeias energéticas.

O movimento também posiciona o Brasil no centro dessa arquitetura regulatória. O padrão foi desenvolvido em compatibilidade com o CGOB, programa federal brasileiro de certificação de origem do biometano, e utilizou como base operacional a experiência da plataforma GAS-REC®, desenvolvida pelo Instituto Totum.

Mercado busca padronização para acelerar liquidez e confiança

A consolidação de mercados globais de biometano depende cada vez mais da capacidade de rastrear atributos ambientais com segurança e evitar riscos de dupla contagem. O I-TRACK(G) foi estruturado justamente para atender essa demanda, criando um modelo interoperável com outros sistemas internacionais de certificação energética.

O código foi desenvolvido em conformidade com o International Attribute Tracking Standard e terá operação suportada por plataformas digitais de registro administradas pelo Instituto Totum e pela Evident, empresa integrada ao grupo Xpansiv.

A estrutura permite acompanhar toda a jornada dos certificados, desde a emissão até a baixa final, utilizando metodologia baseada em comprovação física e validação posterior à produção energética. Além da rastreabilidade, o novo modelo busca simplificar auditorias corporativas e processos de compliance ESG. O sistema passa a identificar, de forma padronizada, critérios de sustentabilidade, cadeia de custódia e conformidade regulatória de cada ativo ambiental negociado.

Integração com hidrogênio e energia elétrica amplia alcance do sistema

Um dos principais diferenciais do novo padrão é a interoperabilidade com outros mercados energéticos estratégicos para a transição energética global.

O I-TRACK(G) nasce integrado aos sistemas I-REC(E), voltado para energia elétrica renovável, e I-TRACK(HX), dedicado ao hidrogênio de baixo carbono. A conexão entre os diferentes certificados permitirá que grandes consumidores industriais administrem metas de descarbonização em múltiplos vetores energéticos dentro de uma única governança.

O diretor-executivo da I-TRACK Foundation, Jared Braslawsky, avaliou que o lançamento representa um avanço importante na consolidação internacional dos mercados de atributos energéticos: “O lançamento do I-TRACK(G) Code representa um marco importante na evolução contínua do rastreamento global de atributos energéticos. Com o I-TRACK(G) Code, estamos ampliando o alcance do International Attribute Tracking Standard para os mercados de gases renováveis, permitindo um rastreamento consistente, transparente e de alta integridade entre diferentes jurisdições. Temos satisfação em contar com a Global Gas Tracking como gestora credenciada do I-TRACK(G) Code e esperamos apoiar uma abordagem padronizada para o rastreamento de gases renováveis em escala global.”

A interoperabilidade também atende uma demanda crescente de multinacionais que operam metas integradas de carbono e precisam consolidar inventários ambientais em diferentes regiões.

Brasil ganha protagonismo no mercado internacional de biometano

A escolha do ambiente brasileiro como referência para validação prática do padrão reforça o avanço do país no mercado de biogás e biometano. O ecossistema nacional já vinha operando mecanismos de certificação voluntária por meio da plataforma GAS-REC, agora utilizada como base para expansão internacional do modelo.

Dentro da estrutura desenhada pelo novo código, o Instituto Totum seguirá responsável pela gestão das emissões no mercado brasileiro, enquanto a plataforma internacional da Evident administrará os registros globais fora do país.

O diretor-geral da ACT Group para a região Ásia-Pacífico, John Davis, destacou que a padronização tende a ampliar a confiança dos investidores e acelerar o crescimento do mercado internacional de gases renováveis: “Recebemos com entusiasmo o lançamento do I-TRACK(G) Code como um importante avanço para ampliar a transparência e a consistência nos mercados de biogás e biometano. Como adotantes iniciais, enxergamos valor significativo em uma estrutura padronizada e interoperável, capaz de viabilizar sistemas verificáveis de certificação e fortalecer a confiança em toda a cadeia de valor. Com a crescente demanda por gases renováveis na região Ásia-Pacífico, iniciativas como essa terão papel fundamental para apoiar o crescimento escalável do mercado e a transição regional para uma matriz energética de menor carbono”.

A conexão entre o padrão internacional e o CGOB também é vista pelo setor como um fator estratégico para atrair investimentos em infraestrutura de gás renovável no Brasil.

O diretor-geral do Instituto Totum, Fernando Giachini Lopes, ressaltou a relevância da compatibilidade regulatória com o programa federal brasileiro: “Temos orgulho de ver o I-TRACK(G) Code lançado como um padrão global de certificação para biogás e biometano. Este é um passo importante para oferecer ao mercado uma estrutura mais robusta, confiável e escalável para o rastreamento de atributos de gases renováveis em diferentes jurisdições. Também é especialmente relevante que o padrão tenha sido desenvolvido de forma compatível com o CGOB, o novo programa federal regulado de certificados de origem de biometano no Brasil”.

Certificação pode acelerar financiamento e expansão do setor

Além do aspecto regulatório, a criação de um padrão internacional de rastreabilidade é vista como um instrumento importante para destravar financiamento de projetos e ampliar a liquidez dos ativos ambientais associados ao biometano.

A ausência de critérios globais uniformes vinha sendo apontada por investidores como uma das barreiras para expansão de contratos internacionais de longo prazo.

O diretor da Evident e parceiro da GGT, Travis Caddy, afirmou que a padronização tende a reduzir inseguranças comerciais e criar um ambiente mais robusto para expansão do mercado: “Estabelecer uma estrutura consistente e interoperável para os atributos de biogás e biometano é um passo relevante para destravar esses mercados em escala. Ao oferecer aos consumidores certificados confiáveis e negociáveis, acreditamos que o padrão pode acelerar o acesso a financiamento para projetos e impulsionar a implementação de soluções de gases renováveis em escala comercial”.

Com o avanço da demanda global por combustíveis renováveis e metas corporativas de neutralidade climática, o lançamento do I-TRACK(G) consolida um novo estágio de maturidade para o mercado de biometano. A tendência é que mecanismos de certificação interoperáveis passem a desempenhar papel central na integração internacional das cadeias de descarbonização industrial, especialmente em setores de difícil abatimento de emissões.

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Rastreabilidade de atributos ambientais torna-se ativo estratégico para empresas que buscam neutralizar o Escopo 2; volume emitido até março já representa 70% do total de 2025.

O mercado de Certificados de Energia Renovável (I-RECs) atravessa um período de maturação acelerada no Brasil, impulsionado pela urgência das metas de descarbonização e pela pressão por transparência ESG (Environmental, Social and Governance). Dados do Instituto Totum indicam um salto expressivo na atividade: entre janeiro e meados de março de 2026, foram emitidos mais de 40 milhões de certificados, um incremento de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O volume é emblemático, correspondendo a 70% de tudo o que foi registrado ao longo de 2025. Esse movimento reflete uma mudança de percepção no setor corporativo, onde o I-REC deixa de ser apenas um selo de conformidade para se tornar o “lastro ambiental” indispensável em auditorias globais de emissões. Como a energia limpa injetada no Sistema Interligado Nacional (SIN) se mistura fisicamente às fontes fósseis, o certificado atua como o registro de identidade (RG) que garante que aquele megawatt-hora (MWh) consumido possui origem renovável comprovada.

Estratégia de longo prazo e redução de emissões

Setores de alta complexidade, como o farmacêutico, têm liderado a adoção desses ativos para sustentar metas climáticas ambiciosas. A Eurofarma, por exemplo, utiliza I-RECs provenientes de ativos de geração da Serena, como o Complexo Eólico Assuruá, na Bahia, para pavimentar seu plano de reduzir 260 mil toneladas de carbono até 2038. Ao final de 2025, a companhia já havia atingido 97% de suas operações globais com eletricidade 100% renovável.

Ao avaliar o papel da energia limpa no crescimento da companhia, a vice-presidente de Sustentabilidade e Novos Negócios da Eurofarma, Maria del Pilar Muñoz, enfatiza a conexão entre a diretriz estratégica e a transparência operacional: “Na Eurofarma, a sustentabilidade é uma diretriz estratégica que orienta nosso crescimento em linha com a nossa visão de longo prazo. A parceria com a Serena, na cogeração de energia renovável, é fundamental para a meta de uma matriz energética 100% limpa, ao mesmo tempo em que aprimoramos indicadores de ecoeficiência e conferimos transparência à nossa jornada de descarbonização. Ao integrarmos essa frente ao negócio, reafirmamos nosso compromisso com o clima, com os valores da Eurofarma e com a sustentabilidade de nossas operações, gerando impactos positivos para a sociedade.”

Gestão do Escopo 2 e atratividade para o investidor

A aquisição de I-RECs ataca diretamente o chamado Escopo 2 do GHG Protocol, que engloba as emissões indiretas provenientes da energia elétrica adquirida. Em um cenário onde investidores monitoram índices como o CDP e o ISE B3, o uso de certificados oferece segurança técnica e jurídica, permitindo que empresas reportem seus inventários com lastro em ativos reais.

A agilidade na implementação é outro fator que explica a alta na demanda. Diferente de reformas estruturais em maquinários ou logística, a compra de certificados permite uma resposta imediata às metas de curto prazo. 

A Diretora Comercial da Serena, Fabiana Polido, observa que a ferramenta é democrática e essencial para a confiabilidade do sistema: “O I-REC é um instrumento que confere confiança e transparência à transição energética global. A rastreabilidade de ponta a ponta permite que empresas comprovem, com rigor técnico, a origem renovável da energia que consomem. E, diferentemente do que muitos pensam, esses certificados não são exclusivos de grandes indústrias, empresas de todos os portes, de redes de varejo a companhias de tecnologia, podem adotá-los para sustentar suas estratégias de descarbonização.”

Perspectivas para o mercado de ativos ambientais

Com a tendência de queda no preço de tecnologias renováveis e a sofisticação dos mercados de carbono, a expectativa é que o Brasil se consolide como um dos maiores emissores de I-RECs do mundo. 

A recorrência na aquisição desses ativos tem sido apontada por especialistas como o diferencial para empresas que desejam evitar o greenwashing e construir uma estratégia climática com consistência técnica e financeira.

FONTE: CENÁRIO ENERGIA

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AMSTERDAM, LONDON, SÃO PAULO — May 18, 2026 — The I-TRACK Foundation and Global Gas Tracking (GGT) announce the launch of the I-TRACK Product Code for Biogas and Biomethane (I-TRACK(G) Code), a standardized framework enabling the issuance, transfer and redemption of certificates for biogas and biomethane. The new I-TRACK(G) certificates will be issued and tracked in registries operated by Instituto Totum and Evident (now part of Xpansiv).

The I-TRACK(G) Code was developed in alignment with the I-TRACK Foundation’s International Attribute Tracking Standard (Standard), supporting a fact-based, ex-post and technology-agnostic approach to attribute tracking. It provides a consistent framework for market participants to document and transfer renewable gas attributes and to support credible usage claims, subject to applicable claim guidance and regulatory requirements.

The new product code was developed by a consortium formed by Evident Group (UK) and Instituto Totum (Brazil), following a public consultation by the I-TRACK Foundation and initial implementation in Brazil, where the approach was tested through Instituto Totum’s GAS-REC®.

Key features of I-TRACK(G) Code include:

The I-TRACK(G) Code and Registry are available now.

Instituto Totum will continue to administer the I-TRACK(G) Code through its GAS-REC registry within Brazil. Outside of Brazil, the I-TRACK(G) Code will be operated by Evident on its newly launched I-TRACK(G) Registry.

“The release of the I-TRACK(G) Code marks an important milestone in the continued evolution of global energy attribute tracking,” said Jared Braslawsky, Executive Director, I-TRACK Foundation. “Through the I-TRACK(G) Code, we are extending the reach of the International Attribute Tracking Standard into renewable gas markets, enabling consistent, transparent, and high-integrity tracking across jurisdictions. We are pleased to have Global Gas Tracking as our Accredited I-TRACK(G) Code Manager and look forward to supporting a standardized approach to renewable gas tracking worldwide.”

“We welcome the launch of the I-TRACK(G) Code as an important step forward in building transparency and consistency in the biogas and biomethane markets,” said John Davis, Managing Director Asia Pacific, ACT Group. “As an early adopter, we see significant value in a standardized, interoperable framework that enables verifiable certificate systems and strengthens trust across the value chain. With demand for renewable gas accelerating in Asia Pacific, initiatives like this will play a key role in supporting scalable market growth and the region’s transition to a lower-carbon energy mix.”

“We are proud to see the I-TRACK(G) Code launched as a global certification standard for biogas and biomethane. This is an important step toward giving the market a more robust, credible and scalable framework for tracking renewable gas attributes across different jurisdictions,” said Fernando Giachini Lopes, CEO of Instituto Totum, a GGT partner. “It is also especially relevant that the standard has been designed to be compatible with CGOB, Brazil’s new federally regulated biomethane certificate of origin program.”

“Establishing a consistent, interoperable framework for biogas and biomethane attributes is a meaningful step toward unlocking these markets at scale,” said Travis Caddy, Director, Evident, a GGT partner. “By empowering end-users with trusted, tradeable certificates, we believe the standard can help accelerate access to finance for projects and drive real-world deployment of renewable gas solutions.”

Download the I-TRACK(G) Product Code from https://www.trackingstandard.org/product-code/gas/ or https://www.globalgastracking.com.br/

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About the I-TRACK Foundation

The International Tracking Standard Foundation (I-TRACK Foundation) is a non-profit organization that provides a robust standard for developing attribute tracking systems. The I-TRACK Foundation is acknowledged by major reporting frameworks such as the Greenhouse Gas Protocol (GHGP), CDP, and RE100 as a reliable backbone for credible and auditable tracking instruments. It ensures the highest quality systems and adherence to best practices designed to avoid double-counting, duplicate certificate issuance, and multiple attribute claims.

The I-TRACK Foundation’s International Attribute Tracking Standard (Standard) ensures that market facilitators adhere to best practices and good governance principles for the tracking instrument and the associated markets they manage. In this way, the I-TRACK Foundation’s Standard represents a globally recognized standard that can be implemented for a myriad of products both within and beyond the energy sector that can benefit from harmonization, recognition, market support, and independent oversight. Recognized Issuers, stakeholders, and government bodies can consistently rely on the Standard and its associated Product Codes while implementing and running robust attribute tracking systems.

The I-TRACK Foundation is committed to ensuring unbiased access to product information and allowing end-users to confidently procure products whose origins are well-documented and clearly accounted for, thus empowering renewable energy consumption choices around the world and supporting claims of sustainability.

For more information, visit: www.trackingstandard.org

About GGT

Global Gas Tracking (GGT) is an international initiative focused on developing reliable systems to track renewable gases such as biogas and biomethane. Its goal is to bring more standardization and transparency to this market, ensuring that companies and governments can trust the origin and environmental attributes of these energy sources.

In this context, GGT’s main product is I-TRACK(G), developed through a partnership between Xpansiv and Instituto Totum. It is a tracking and certification system that follows the entire journey of renewable gas, from production to consumption, ensuring through certificates that it is indeed a clean energy source. This helps increase credibility in transactions and strengthens the environmental attributes market.

In practice, I-TRACK(G) serves as an important tool for companies looking to reduce their emissions, offering a clear and reliable way to account for these efforts. At the same time, it positions itself as a global standard, with the potential to connect different markets and support the advancement of the energy transition.

For more information, please visit https://globalgastracking.com.br/

About Evident

Evident, now part of Xpansiv, is a global authority in the certification of the clean economy and is recognised for its expertise, robust standards, world class registry technology, and collaborative approach. Certifying energy in over 60 countries and servicing consumers in over 150 countries, Evident has been at the forefront of shaping sustainability certification for more than two decades, notably building the I-REC electricity certification service and market.

Evident’s services are supported by a global partner network, including standards bodies, governmental authorities, energy infrastructure operators, specialist auditors, and marketplace innovators. This partner network enables Evident to provide a globally recognised, transparent, robust, and trusted service with local, knowledgeable implementation.

Having certified electricity for over 20 years, Evident today supports globally connected product supply chains, including gas and sustainable fuels.

In 2025, Evident was acquired by Xpansiv, establishing a preeminent, global REC network with over 300 GW of capacity and more than 4,000 participating companies.

For more information, please visit https://evident.global/

About Xpansiv

Xpansiv is the leading infrastructure provider for the energy transition markets. 

The company’s comprehensive platform includes registries, online marketplaces, market execution services, wholesale power solutions, and market data for energy and environmental commodity markets. Trusted worldwide, Xpansiv helps market participants capture opportunities and drive environmental impact.

Xpansiv provides solutions that enable stakeholders to deliver transparent, credible, and auditable environmental claims to address the growing global demand for assurance and accountability on climate action and sustainability performance.

Company investors include Blackstone Group, Bank of America, Goldman Sachs, Aramco Ventures, Macquarie Group Ltd., S&P Global Ventures, Aware Super, BP Ventures, Commonwealth Bank, and the Australian Clean Energy Finance Corporation. 

For more information, please visit xpansiv.com

About Instituto Totum

With over 20 years of experience in developing and managing quality and self-regulation projects, Instituto Totum plays a crucial role in the development of I-TRACK(G). As a founding partner of Global Gas Tracking, Totum was responsible for the technical construction of the program’s entire documentation, which has now been officially approved by the I-TRACK Foundation.

Our expertise as I-REC issuers since 2016 was the primary driver for this initiative with the foundation, allowing us to leverage our extensive knowledge in renewable energy certification for the gas sector. Back in 2019, the Institute identified a demand in a then-nascent market that showed immense growth potential—even as many at the time were focused solely on hydrogen solutions. Based on this foresight, we conducted market studies in more mature regions, such as Europe and the United States, ‘tropicalizing’ the concepts to launch GAS-REC in 2020: the certificate of origin for biogas and biomethane.

This program served as the inspiration for the development of Brazil’s national CGOB (Biomethane Certificate of Origin) program, a regulated framework that includes mandates for natural gas producers and importers. It is a great privilege to be pioneers in an initiative that adds significant value and further develops the biogas and biomethane markets worldwide, fostering renewable sources and, consequently, enhancing global market sustainability.

For more information, please visit institutototum.com

Contacts

I-TRACK Foundation: secretariat@irecstandard.org

Global Gas Tracking (GGT): contact@globalgastracking.com.br

Evident / Xpansiv: pr@xpansiv.com

Instituto Totum: marketing@institutototum.com.br

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Sistema do CGOB amplia rastreabilidade e pode destravar investimentos

Andréia Vital 

O mercado brasileiro de biometano avançou mais uma etapa na consolidação de sua estrutura regulatória e operacional com a autorização do Instituto Totum para atuar como Escriturador e Registrador do Certificado de Garantia de Origem de Biometano (CGOB). O instrumento foi criado pela Lei nº 14.993/2024 para comprovar a origem renovável e rastreável do combustível produzido no país.

A autorização coloca o Instituto Totum em posição estratégica dentro da infraestrutura do novo mercado de gás renovável. A entidade ficará responsável por atividades como emissão, registro centralizado, controle de titularidade, transferências, cancelamentos e validação dos certificados vinculados ao biometano.

A expectativa do setor é que a consolidação do sistema amplie a segurança jurídica das operações, facilite a monetização dos atributos ambientais e contribua para acelerar investimentos em projetos ligados ao biometano. O avanço ocorre em meio à regulamentação das metas obrigatórias de inserção do combustível aprovadas pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

Segundo Fernando Giachini Lopes, diretor-geral do Instituto Totum, o mercado brasileiro começa a estruturar a base operacional necessária para dar escala ao biometano. De acordo com ele, rastreabilidade, integridade das informações e confiança operacional serão fatores decisivos para transformar o potencial produtivo do país em um mercado mais líquido e seguro.

O CGOB foi desenvolvido para funcionar como mecanismo oficial de comprovação da origem renovável do biometano comercializado no Brasil, em modelo semelhante aos sistemas já utilizados em mercados internacionais de energia renovável e atributos ambientais.

Com as novas funções, o Totum passa a atuar tanto na escrituração operacional quanto no registro centralizado dos certificados, incluindo mecanismos de validação de unicidade, rastreabilidade e integridade das operações realizadas no sistema.

Dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) apontam que o Brasil possui potencial para produzir cerca de 44 bilhões de metros cúbicos de biometano por ano. A produção pode ocorrer principalmente a partir de resíduos da agroindústria, do saneamento básico e de resíduos sólidos urbanos.

A expansão do mercado ocorre em um momento de maior demanda por alternativas ao gás fóssil. Setores como indústria, mineração, siderurgia, papel e celulose e transporte vêm ampliando a busca por soluções de descarbonização capazes de reduzir emissões e atender metas ambientais corporativas.

O Instituto Totum já atua no segmento por meio do sistema GAS-REC, voltado à certificação de gás renovável e compatível com o padrão internacional da I-TRACK Foundation. A entidade avalia que a criação de mecanismos oficiais de rastreabilidade tende a fortalecer a credibilidade do mercado brasileiro de biometano perante investidores e consumidores.

Giachini afirma que o biometano deve ocupar posição estratégica na transição energética brasileira pela capacidade de transformar resíduos em energia renovável com rastreabilidade ambiental. Segundo ele, a estruturação antecipada desse mercado pode acelerar sua expansão e ampliar o fluxo de investimentos no setor.

Webinar debate operação do mercado de certificados

O avanço regulatório também aumenta a demanda por entendimento operacional sobre o funcionamento do mercado de certificados de biometano no Brasil. Em meio a esse cenário, o Instituto Totum promoverá no dia 22 de maio um webinar para discutir aspectos práticos do funcionamento do CGOB.

O evento abordará temas como emissão, escrituração, registro, transferências e aposentadoria dos certificados. A iniciativa ocorre em um momento em que empresas ligadas à cadeia de energia renovável buscam se preparar para a nova dinâmica regulatória e comercial do setor de biometano.

O webinar será realizado de forma online e gratuita, das 10h às 12h. As inscrições poderão ser feitas até quarta-feira (21).

Serviço

Webinar: Dominando o CGOB: a jornada prática com a primeira ACO, Escrituradora e Registradora do Brasil

Data: 22 de maio de 2026

Horário: 10h às 12h

Formato: Online e gratuito

Inscrições: gratuitas até 21 de maio.  Clique AQUI.

Fonte: CANAONLINE

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Autorização para atuar como escriturador e registrador fortalece rastreabilidade, segurança jurídica e monetização de atributos ambientais no mercado brasileiro de gás renovável

A autorização do Instituto Totum para atuar como escriturador e registrador do Certificado de Garantia de Origem de Biometano (CGOB) representa um avanço estrutural para o mercado de gás renovável no Brasil. A medida consolida a infraestrutura necessária para dar escala, transparência e confiabilidade às transações envolvendo biometano, vetor cada vez mais relevante na agenda de descarbonização.

Instituído pela Lei nº 14.993/2024, o CGOB surge como instrumento-chave para assegurar que o biometano comercializado tenha origem comprovadamente renovável e rastreável, criando as bases para um mercado organizado de atributos ambientais no setor de gás.

Funções integradas reforçam segurança e liquidez do mercado

Com a dupla autorização, o Instituto Totum passa a concentrar funções críticas para o funcionamento do sistema. Na condição de escriturador, será responsável pela emissão operacional dos certificados, controle de titularidade e gestão de transferências e cancelamentos. Já como registrador, atuará na validação da unicidade dos ativos, no registro centralizado e na garantia de integridade das operações.

Na prática, a integração dessas atribuições reduz assimetrias de informação e cria um ambiente mais seguro para agentes de mercado. Produtores passam a ter instrumentos para monetizar atributos ambientais, enquanto compradores ganham capacidade de comprovar o consumo de energia renovável com rastreabilidade robusta, elemento essencial para estratégias corporativas de descarbonização.

Demanda regulatória e pressão corporativa aceleram o setor

O fortalecimento da infraestrutura de certificação ocorre em um momento de inflexão para o biometano no Brasil. As diretrizes estabelecidas pelo Conselho Nacional de Política Energética, com metas de inserção obrigatória do combustível, ampliam a previsibilidade de demanda e sinalizam um novo ciclo de investimentos.

Paralelamente, cresce a pressão de empresas por soluções que permitam reduzir emissões em cadeias produtivas intensivas em carbono, especialmente em segmentos de difícil eletrificação. Nesse contexto, o biometano se posiciona como alternativa competitiva, com capacidade de substituição direta do gás fóssil em diversas aplicações industriais e logísticas.

Confiança técnica como base para maturidade do mercado

A consolidação do CGOB depende diretamente da credibilidade dos mecanismos de certificação e registro. Fernando Giachini Lopes, diretor-geral do Instituto Totum, destaca que a robustez operacional será determinante para a evolução do mercado: “O mercado precisa de confiança técnica, segurança operacional e rastreabilidade. A atuação integrada como escriturador e registrador contribui para acelerar a maturidade desse ecossistema no Brasil”.

A experiência prévia da entidade com o sistema GAS-REC, voltado à certificação de gás renovável, e sua compatibilidade com padrões internacionais reforçam a base técnica necessária para sustentar o crescimento do mercado doméstico.

Potencial brasileiro coloca biometano no centro da transição energética

O Brasil reúne condições singulares para o desenvolvimento do biometano, com potencial estimado em cerca de 44 bilhões de metros cúbicos por ano. A produção pode ser alavancada a partir de resíduos do agronegócio, do saneamento e de resíduos sólidos urbanos, criando sinergias com políticas ambientais e de economia circular.

A estruturação adequada do mercado, contudo, será determinante para transformar esse potencial em projetos viáveis. A existência de instrumentos como o CGOB tende a reduzir riscos, facilitar o financiamento e atrair investidores interessados em ativos ligados à transição energética.

Ao analisar esse cenário, Giachini reforça o papel estratégico do combustível na matriz energética brasileira: “O biometano pode ocupar papel estratégico na segurança energética e na descarbonização brasileira. Estruturar bem esse mercado desde o início será decisivo para destravar todo esse potencial”.

Integração entre gás, energia e atributos ambientais

A evolução do mercado de biometano evidencia uma tendência mais ampla no setor energético: a convergência entre moléculas e elétrons, combinada à valorização de atributos ambientais certificados.

Nesse contexto, instrumentos como o CGOB funcionam como ponte entre produção, consumo e metas climáticas, permitindo que agentes internalizem valor econômico associado à redução de emissões. Para o setor elétrico, a expansão do biometano também representa uma alternativa complementar em estratégias de flexibilidade e segurança energética.

Fonte: Cenário Energia

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Premiação reflete atuação da empresa como parceira estratégica de organizações que buscam reforçar agenda ESG

Protagonista na jornada de descarbonização da indústria brasileira, a Casa dos Ventos recebeu o selo de maior emissora de I-RECs eólicos do país em 2025. Celebrada durante o I-REC Day, a conquista destaca o papel da companhia em transformar compromissos climáticos em resultados práticos. Com uma oferta robusta de atributos ambientais, a empresa se posiciona como o elo vital para setores que demandam alta performance sustentável, reforçando sua autoridade como o motor da economia de baixo carbono no Brasil.

O resultado reflete a robustez do portfólio da Casa dos Ventos e sua capacidade de geração e comercialização de certificados de energia renovável. Ao longo de 2025, a companhia emitiu mais de 4 milhões de I-RECs eólicos. Esse volume pode aumentar visto que empresas ainda podem obter certificações referentes a seus inventários de 2025. 

Os I-RECs (International Renewable Energy Certificates) são certificados que comprovam a origem renovável da energia consumida, permitindo que empresas abatam suas emissões indiretas de carbono (escopo 2) e avancem em suas estratégias de descarbonização. Cada certificado equivale a 1 MWh de energia renovável gerada, funcionando como um importante instrumento de rastreabilidade e incentivo à transição energética. 

O Diretor de Comercialização da Casa dos Ventos, Itamar Lessa, destacou que o reconhecimento está diretamente ligado à estratégia de diversificação do portfólio da companhia, que oferece um variado leque de soluções capazes de impulsionar a jornada de descarbonização de empresas de diversos perfis. “Esse prêmio reforça nossa visão de que a transição energética vai além da geração de energia renovável. Temos avançado de forma consistente na oferta de soluções em atributos ambientais, como os I-RECs, que permitem aos nossos clientes acelerar suas metas de descarbonização com segurança e rastreabilidade”, afirmou.

A atuação da empresa nesse mercado integra uma estratégia mais ampla de diversificação, que combina a expansão de ativos como geradora e desenvolvedora de energia renovável com o avanço em soluções associadas ao mercado de carbono e certificados ambientais.

A companhia também vem ampliando sua presença no mercado de créditos de carbono, com projetos que somam centenas de milhares de toneladas de CO₂ evitadas e potencial de geração de milhões de créditos por ano, fortalecendo seu posicionamento como uma plataforma completa de soluções para a transição energética.

Sobre a Casa dos Ventos 

Somos referência em energia renovável e protagonista na transição energética do Brasil. Com quase duas décadas de atuação, temos conhecimento em todos os elos da cadeia do setor e trabalhamos para que nossos clientes tenham redução de custos e atinjam suas metas de emissão de forma eficiente e sustentável. 

Para avançar em nossa posição de relevância no setor, possuímos, conjuntamente com empresas do grupo, o maior portfólio de projetos eólicos e solares do País, com aproximadamente 33,4 GW de capacidade. Aceleramos nosso crescimento por meio da joint venture com a TotalEnergies, uma das maiores empresas de energia do mundo, e nos tornamos o veículo exclusivo de renováveis da multinacional no país. 

Somos signatários do Pacto Global da ONU e trabalhamos de forma alinhada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e às melhores práticas de ESG; preservamos os biomas locais e desenvolvemos projetos sociais nas comunidades em que estamos presentes, de modo a contribuirmos para impulsionar o Brasil rumo a uma economia de zero carbono. 

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A InvestSP marcou presença no espaço de networking do I-REC Day Brazil 2026, consolidando sua atuação em um dos principais fóruns de discussão sobre energia renovável e atributos ambientais no país. Além de participar ativamente do encontro, a agência também apoiou institucionalmente o momento de networking do evento, contribuindo para a criação de um ambiente dedicado à conexão entre empresas, especialistas e instituições que estão na linha de frente da agenda ESG.

O evento promoveu um espaço qualificado de troca de conhecimento e articulação de projetos voltados à descarbonização, certificação de ativos ambientais e desenvolvimento do mercado de carbono no Brasil. Nesse contexto, a participação da InvestSP reforça seu papel estratégico como facilitadora de investimentos e promotora da competitividade do estado de São Paulo em setores ligados à transição energética. A agência tem atuado de forma integrada no suporte a empresas e investidores, oferecendo orientação em temas regulatórios, ambientais e de infraestrutura, além de apoiar a estruturação e implementação de projetos por meio da interlocução com diferentes órgãos governamentais.

Para Margareth Pavan, gerente de Meio Ambiente e Transição Energética da InvestSP, a presença no evento reflete o compromisso contínuo da instituição em impulsionar soluções que fortaleçam a agenda de sustentabilidade no estado. Segundo ela, iniciativas como o I-REC Day Brazil são fundamentais para conectar os diferentes agentes do mercado, fomentar discussões qualificadas e criar oportunidades concretas de investimento. Nesse cenário, a InvestSP reafirma seu objetivo de promover um ambiente de negócios mais eficiente, seguro e competitivo, posicionando São Paulo como protagonista no avanço da transição energética e na consolidação dos mercados de atributos ambientais.

Fonte: INVESTSP

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Na última semana de março, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) informou uma meta de redução de 0,5% nas emissões a ser cumprida por produtores e importadores de gás natural por meio da compra de biometano (substância idêntica ao gás natural, mas feita a partir de biogás) para mitigar emissões. O percentual é o dobro da proposta original enviada no ano passado.

“A meta anunciada significa 480 mil metros cúbicos diários de biometano que terá de ser adquirido pelos agentes neste ano”, afirma o diretor geral do Instituto Totum, Fernando Lopes.

A companhia foi a primeira credenciada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) como agente certificador de origem, tornando-se a primeira entidade autorizada a certificar produtores de biometano para emissão do Certificado de Garantia de Origem do Biometano (CGOB).

Para o presidente da Copersucar, Tomás Manzano, “esse é um mercado importante que tem muito potencial”. Na sua avaliação, o certificado separa o atributo físico do ambiental e dá previsibilidade às empresas.

A base do CGOB está na Lei do Combustível do Futuro, que determina metas de redução da intensidade de carbono no setor de gás natural, movimentado hoje por grandes petroleiras, como a Petrobras.

O país deverá chegar até o fim da década como um dos cinco maiores produtores de petróleo do mundo, segundo dados da consultoria Rystad. Grande parte do óleo extraído no pré-sal é associado a gás natural.

Do lado da oferta, as usinas de açúcar e milho têm trabalhado cada vez mais integradas, somando produtos ao seu portfólio. O setor responde pela maior parcela da oferta possível de CGOB: a vinhaça, resíduo da cana, é convertida por bactérias em biogás, insumo do biometano. O setor sucroenergético corresponde pela maior parte do potencial do biogás que pode ser produzido no Brasil.

Estudo apresentado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) aponta que o estado seria capaz de produzir cerca de 6,4 milhões de metros cúbicos por dia de biometano, o equivalente a 32% do consumo de gás natural em São Paulo.

Atingido esse potencial, 20 mil novos empregos poderiam ser criados, além de haver outros ganhos, como a substituição de parte do diesel usado no transporte e a redução das emissões de carbono em até 16%.

Outro estudo, da Copersucar, destaca que o país vive um ponto de inflexão: a produção de biometano deve mais do que triplicar até 2027, impulsionada por novos investimentos em plantas e políticas de transição energética.

Em 2024, dez plantas somavam uma capacidade de produção de 656 mil m³ diários. Até 2027, o Brasil deve contar com 42 novas unidades, elevando a capacidade de produção para 2,3 milhões de m³ por dia.

Por: Roberto Rockman | Fonte: Visão Agro

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