AXIA Energia reafirmou sua posição de destaque na agenda de transição energética brasileira ao ser reconhecida como a maior emissora de Certificados de Energia Renovável (I-REC) do país em 2025. O reconhecimento, concedido pelo Instituto Totum, ocorreu nesta terça-feira (07) durante o I-REC Day Brazil 2026, em São Paulo. No último ano, a companhia comercializou aproximadamente 11,9 milhões de títulos, montante que equivale ao consumo energético anual de cerca de 6,5 milhões de residências.

O avanço operacional da empresa no segmento de ativos ambientais é nítido: o volume registrado em 2025 foi 29% superior ao total contabilizado em 2024. Este crescimento reflete a crescente demanda corporativa por soluções que comprovem a origem limpa do consumo elétrico e viabilizem a redução das emissões de Escopo 2 (emissões indiretas pelo consumo de energia).

Estratégia de descarbonização e ativos estruturados

A liderança da AXIA no mercado de certificação não é apenas uma métrica de volume, mas um pilar da estratégia para atingir a meta Net Zero 2030. Atualmente, a companhia detém uma fatia de 18,24% do mercado nacional de I-RECs, com 19 empreendimentos devidamente registrados para a emissão dos títulos.

A gerente executiva de Produtos Estruturados e Ativos Ambientais da AXIA Energia, Cecília Essinger, enfatiza que o reconhecimento valida a diversificação do portfólio da empresa para além da geração física: “Além de ser a maior geradora de energia elétrica da América Latina, a AXIA Energia é uma das maiores provedoras de soluções de descarbonização da região. A companhia é reconhecida nas áreas de geração e transmissão, mas o prêmio demonstra a nossa relevância no setor de descarbonização. Com os I-RECs, conseguimos garantir que os nossos clientes atinjam as metas no escopo 2.”

O papel da UHE Tucuruí e a rastreabilidade

Um dos principais motores para o resultado recorde foi a UHE Tucuruí, localizada no Pará. A hidrelétrica sozinha foi responsável pela emissão de cerca de 7 milhões de certificados em 2025. Como cada I-REC equivale a um megawatt-hora (MWh) gerado de forma sustentável, a rastreabilidade proporcionada pela validação do Instituto Totum torna-se um ativo crítico para empresas que buscam conformidade com protocolos internacionais de sustentabilidade.

A performance da companhia no início de 2026 indica que a tendência de alta deve se manter. Apenas no primeiro trimestre deste ano, a AXIA já emitiu 6,66 milhões de I-RECs, sinalizando que a meta de descarbonização está acelerada. Desde 2021, a empresa já gerou um total acumulado superior a 59,2 milhões de certificados.

Perspectivas para o mercado de certificados

O mercado de I-RECs no Brasil tem amadurecido como uma ferramenta essencial para a transparência do setor elétrico no ambiente de livre contratação. Ao garantir a origem renovável da energia, os certificados permitem que grandes consumidores industriais e comerciais mitiguem seus impactos ambientais de forma auditável.

Para a AXIA Energia, a premiação no I-REC Day Brazil 2026 consolida o modelo de negócio que une a robustez da infraestrutura de geração à sofisticação dos produtos financeiros ambientais, posicionando a empresa como parceira estratégica para a indústria brasileira em sua jornada rumo à neutralidade de carbono.

Fonte: Cenário Energia

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Certificação é peça chave para viabilizar rastreabilidade, valor ambiental e novos negócios no setor de combustíveis renováveis

O Instituto Totum foi credenciado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) como o primeiro Agente Certificador de Origem (ACO) do Brasil, tornando-se a primeira entidade autorizada a certificar produtores de biometano para emissão do Certificado de Garantia de Origem de Biometano (CGOB).
Instituído pela Lei nº 14.993/2024, o CGOB é o instrumento que permitirá comprovar, de forma independente e auditável, que o biometano comercializado possui origem renovável. Na prática, o certificado cria um sistema de rastreabilidade que conecta produção, certificação e consumo, alinhando o Brasil às melhores práticas internacionais de mercado.
A certificação é considerada fundamental para o desenvolvimento do setor, pois agrega valor ao biometano, amplia a confiança de compradores, especialmente grandes consumidores e empresas com metas ESG, e viabiliza novos modelos de negócios baseados em atributos ambientais.


Além disso, o avanço ocorre em um momento decisivo. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou recentemente a meta de biometano na descarbonização do mercado de gás natural, com a exigência mínima de 0,5% em 2026. Isso reforça a importância do agente certificador, que vai validar o CGOB, conferindo maior credibilidade ao processo.
O potencial do setor também reforça a relevância desse movimento. Estimativas indicam que o Brasil pode produzir cerca de 44 bilhões de metros cúbicos de biometano por ano, mas atualmente utiliza apenas uma pequena fração desse volume, cerca de 109 milhões de m³, segundo dados de 2025 da ANP, o que evidencia o espaço para expansão e novos investimentos no país.
“A certificação de origem é o que transforma o biometano em um ativo ambiental rastreável e valorizado, como já fazemos há mais de 6 anos com o GAS-REC. Com o CGOB criamos uma base sólida para expansão do setor e atração de investimentos. Nossa ideia é integrar o CGOB a certificação internacional I-TRACK(G)”, afirma Fernando Giachini Lopes, diretor geral do Instituto Totum.
Além de garantir transparência, o CGOB também deve desempenhar papel relevante no cumprimento de metas de descarbonização, ao permitir que empresas comprovem a substituição de combustíveis fósseis por alternativas renováveis.
Com o credenciamento como ACO, o Instituto Totum passa a atuar diretamente na validação dessas informações, assegurando que todo o processo siga critérios técnicos e regulatórios definidos pela ANP.
O avanço ocorre em um momento de forte crescimento do biometano no Brasil, impulsionado pela disponibilidade de resíduos agroindustriais e pela necessidade de diversificação da matriz energética.


“É realmente um marco para o setor e as empresas interessadas já podem iniciar o processo de certificação junto ao Instituto Totum. Será um passo fundamental para estruturar esse mercado no Brasil com transparência, credibilidade e segurança regulatória”, conclui Fernando Giachini Lopes.

Fonte: MEIO FILTRANTE

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O Instituto Totum foi credenciado pela ANP como o primeiro Agente Certificador de Origem (ACO) do Brasil, tornando-se a primeira entidade autorizada a certificar produtores de biometano para emissão do Certificado de Garantia de Origem de Biometano (CGOB).  Instituído pela Lei 14.993/2024, o CGOB é o instrumento que permitirá comprovar, de forma independente e auditável, que o biometano comercializado possui origem renovável. O certificado cria, na prática, um sistema de rastreabilidade que conecta produção, certificação e consumo, alinhando o Brasil às melhores práticas internacionais de mercado. A certificação é considerada fundamental para o desenvolvimento do setor, pois agrega valor ao biometano, amplia a confiança de compradores, especialmente grandes consumidores e empresas com metas ESG, e viabiliza novos modelos de negócios baseados em atributos ambientais. Além disso, o avanço ocorre em um momento decisivo. O CNPE aprovou recentemente a meta de biometano na descarbonização do mercado de gás natural, com a exigência mínima de 0,5% em 2026. A iniciativa reforça a importância do agente certificador, que vai validar o CGOB, conferindo maior credibilidade ao processo.

O potencial do setor também reforça a relevância desse movimento. Estimativas indicam que o Brasil pode produzir cerca de 44 bilhões de metros cúbicos de biometano por ano, mas atualmente utiliza apenas uma pequena fração desse volume, cerca de 109 milhões de m³, segundo dados de 2025 da ANP, o que evidencia o espaço para expansão e novos investimentos no país. “A certificação de origem é o que transforma o biometano em um ativo ambiental rastreável e valorizado, como já fazemos há mais de 6 anos com o GAS-Rec. Com o CGOB criamos uma base sólida para expansão do setor e atração de investimentos.

Nossa ideia é integrar o CGOB a certificação internacional I-TRACK(G)”, afirma Fernando Giachini Lopes, diretor geral do Instituto Totum. Além de garantir transparência, o CGOB também deve desempenhar papel relevante no cumprimento de metas de descarbonização, ao permitir que empresas comprovem a substituição de combustíveis fósseis por alternativas renováveis. Com o credenciamento como ACO, o Instituto Totum passa a atuar diretamente na validação dessas informações, assegurando que todo o processo siga critérios técnicos e regulatórios definidos pela ANP.

O avanço ocorre em um momento de forte crescimento do biometano no Brasil, impulsionado pela disponibilidade de resíduos agroindustriais e pela necessidade de diversificação da matriz energética. A regulamentação da certificação da produção de biometano e emissão do CGOB foi publicada há cerca de um mês pela ANP. A Resolução ANP nº 996, publicada no DOU de 03 de março, estabeleceu critérios visando a comprovação da origem e das características ambientais do biometano comercializado no país. Também definiu os critérios para o credenciamento de agentes certificadores de origem.

Fonte: ABEGAS

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O mercado de biometano no Brasil acaba de ganhar uma peça-chave para sua consolidação. O Instituto Totum foi credenciado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) como o primeiro Agente Certificador de Origem (ACO) do país, passando a ser a primeira entidade autorizada a validar a procedência do biometano produzido e comercializado em território nacional.

Na prática, o credenciamento abre caminho para a emissão do Certificado de Garantia de Origem de Biometano (CGOB), instrumento criado pela Lei nº 14.993/2024. O mecanismo estabelece um padrão oficial para comprovar que o combustível tem origem renovável, com critérios técnicos e auditorias independentes.

A certificação representa um avanço importante para o setor ao criar um sistema de rastreabilidade que conecta toda a cadeia — da produção ao consumo. Com isso, empresas e consumidores passam a ter mais segurança sobre a origem do biometano, além de ampliar a transparência em contratos e operações.

O modelo segue referências já adotadas em mercados internacionais, onde a certificação de origem é fundamental para dar lastro a políticas de descarbonização e à comercialização de combustíveis renováveis. No Brasil, a expectativa é que o CGOB contribua para atrair investimentos, fortalecer a confiança no produto e acelerar a expansão do biometano na matriz energética. Com o novo papel, o Instituto Totum passa a atuar como agente independente na validação dessas informações, etapa considerada essencial para estruturar um mercado mais robusto, confiável e alinhado às exigências ambientais e regulatórias globais.

Fonte: Canal Jornal da Bioenergia
Link:  https://canalbioenergia.com.br/instituto-totum-e-credenciado-pela-anp-e-inaugura-certificacao-de-origem-do-biometano-no-brasil/ .

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Foi publicado ontem, 6/4, no Diário Oficial da União, o despacho que aprova o credenciamento do primeiro Agente Certificador de Origem (ACO) para realizar a certificação de produtores de biometano, visando à emissão do Certificado de Garantia de Origem de Biometano (CGOB).

A empresa foi o Instituto Totum de Desenvolvimento e Gestão Empresarial Ltda., primeira a manifestar interesse no credenciamento como ACO, após a publicação da Resolução ANP nº 996/2026, que estabelece os requisitos para o credenciamento desse tipo de agente, entre outras diretrizes. O credenciamento foi concedido após a ANP avaliar que a entidade cumpre todos os padrões exigidos para a certificação de origem do biometano.

O credenciamento é um passo importante no âmbito do Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano, estabelecido pela Lei nº 14.993/2024 (Lei do Combustível do Futuro). A medida reforça o compromisso da ANP com a sustentabilidade e a inovação no setor energético.

Saiba mais sobre o Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano.

Fonte: KINCAID

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Na última semana de março, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) informou uma meta de redução de 0,5% nas emissões a ser cumprida por produtores e importadores de gás natural por meio da compra de biometano (substância idêntica ao gás natural, mas feita a partir de biogás) para mitigar emissões. O percentual é o dobro da proposta original enviada no ano passado.

“A meta anunciada significa 480 mil metros cúbicos diários de biometano que terá de ser adquirido pelos agentes neste ano”, afirma o diretor geral do Instituto Totum, Fernando Lopes.

A companhia foi a primeira credenciada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) como agente certificador de origem, tornando-se a primeira entidade autorizada a certificar produtores de biometano para emissão do Certificado de Garantia de Origem do Biometano (CGOB).

Para o presidente da Copersucar, Tomás Manzano, “esse é um mercado importante que tem muito potencial”. Na sua avaliação, o certificado separa o atributo físico do ambiental e dá previsibilidade às empresas.

A base do CGOB está na Lei do Combustível do Futuro, que determina metas de redução da intensidade de carbono no setor de gás natural, movimentado hoje por grandes petroleiras, como a Petrobras.

O país deverá chegar até o fim da década como um dos cinco maiores produtores de petróleo do mundo, segundo dados da consultoria Rystad. Grande parte do óleo extraído no pré-sal é associado a gás natural.

Do lado da oferta, as usinas de açúcar e milho têm trabalhado cada vez mais integradas, somando produtos ao seu portfólio. O setor responde pela maior parcela da oferta possível de CGOB: a vinhaça, resíduo da cana, é convertida por bactérias em biogás, insumo do biometano. O setor sucroenergético corresponde pela maior parte do potencial do biogás que pode ser produzido no Brasil.

Estudo apresentado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) aponta que o estado seria capaz de produzir cerca de 6,4 milhões de metros cúbicos por dia de biometano, o equivalente a 32% do consumo de gás natural em São Paulo.

Atingido esse potencial, 20 mil novos empregos poderiam ser criados, além de haver outros ganhos, como a substituição de parte do diesel usado no transporte e a redução das emissões de carbono em até 16%.

Outro estudo, da Copersucar, destaca que o país vive um ponto de inflexão: a produção de biometano deve mais do que triplicar até 2027, impulsionada por novos investimentos em plantas e políticas de transição energética.

Em 2024, dez plantas somavam uma capacidade de produção de 656 mil m³ diários. Até 2027, o Brasil deve contar com 42 novas unidades, elevando a capacidade de produção para 2,3 milhões de m³ por dia.

Roberto Rockman

FONTE: NOVACANA

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A instituição é o primeiro ACO credenciado pela ANP, abrindo caminho para mercado de biometano com garantia de origem no Brasil

CGOB deverá desempenhar papel relevante no cumprimento de metas de descarbonização, segundo o Instituto Totum

Fonte: BRASIL ENERGIA






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nstituto Totum se torna o primeiro agente certificador credenciado pela ANP e viabiliza emissão do CGOB, instrumento-chave para valor ambiental e expansão do setor

O mercado brasileiro de biometano deu um passo estruturante rumo à maturidade com o credenciamento do Instituto Totum como o primeiro Agente Certificador de Origem (ACO) autorizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A habilitação permite à entidade certificar produtores e viabilizar a emissão do Certificado de Garantia de Origem de Biometano (CGOB), instrumento instituído pela Lei nº 14.993/2024 e considerado fundamental para estruturar o mercado de combustíveis renováveis no país.

Na prática, o CGOB estabelece um sistema de rastreabilidade que assegura, de forma independente e auditável, a origem renovável do biometano comercializado, conectando toda a cadeia, da produção ao consumo, e alinhando o Brasil às melhores práticas internacionais.

Rastreabilidade e valor ambiental impulsionam competitividade

A introdução da certificação de origem representa uma mudança relevante na dinâmica do setor, ao transformar o biometano em um ativo ambiental mensurável e negociável.

Com a validação independente da origem renovável, o combustível passa a ganhar maior valor de mercado, especialmente junto a grandes consumidores industriais e empresas comprometidas com metas ESG, que demandam transparência e comprovação de redução de emissões.

Ao detalhar o impacto da certificação, o diretor-geral do Instituto Totum, Fernando Giachini Lopes, destaca a relevância do instrumento para o desenvolvimento do mercado: “A certificação de origem é o que transforma o biometano em um ativo ambiental rastreável e valorizado, como já fazemos há mais de 6 anos com o GAS-REC. Com o CGOB criamos uma base sólida para expansão do setor e atração de investimentos. Nossa ideia é integrar o CGOB a certificação internacional I-TRACK(G)”.

A fala evidencia a convergência entre o mercado brasileiro e iniciativas internacionais de certificação, fator que tende a ampliar a atratividade do biometano nacional em cadeias globais de valor.

CNPE reforça demanda com metas obrigatórias de descarbonização

O avanço da certificação ocorre em um momento estratégico para o setor. O Conselho Nacional de Política Energética aprovou recentemente a inclusão do biometano nas metas de descarbonização do mercado de gás natural, estabelecendo uma participação mínima de 0,5% a partir de 2026.

Esse movimento regulatório cria uma demanda estruturada pelo combustível renovável, reforçando a necessidade de mecanismos confiáveis de certificação, como o CGOB, para garantir a integridade do processo.

Nesse contexto, o papel do agente certificador se torna central para assegurar credibilidade e segurança jurídica, elementos essenciais para viabilizar contratos e atrair investimentos.

Potencial elevado contrasta com baixa utilização atual

O Brasil reúne condições únicas para o desenvolvimento do biometano, impulsionado pela ampla disponibilidade de resíduos agroindustriais, urbanos e do setor sucroenergético.

Estimativas indicam um potencial de produção de aproximadamente 44 bilhões de metros cúbicos por ano. No entanto, o volume atualmente explorado ainda é reduzido, cerca de 109 milhões de m³, conforme dados mais recentes da ANP, evidenciando um amplo espaço para expansão.

A combinação entre potencial técnico elevado e novos instrumentos regulatórios cria um ambiente propício para a entrada de novos projetos e modelos de negócio.

Certificação viabiliza novos mercados e modelos comerciais

Além de garantir transparência, o CGOB tende a desempenhar papel estratégico na criação de novos mercados, ao permitir a negociação de atributos ambientais associados ao biometano.

Empresas poderão comprovar, de forma auditável, a substituição de combustíveis fósseis por alternativas renováveis, facilitando o cumprimento de metas de descarbonização e ampliando o acesso a financiamentos sustentáveis.

Com o credenciamento como ACO, o Instituto Totum passa a atuar diretamente na validação dessas informações, assegurando conformidade com critérios técnicos e regulatórios estabelecidos pela ANP.

Setor entra em fase de estruturação com foco em credibilidade.


O movimento ocorre em meio a um ciclo de crescimento do biometano no Brasil, impulsionado tanto pela agenda de transição energética quanto pela busca por diversificação da matriz de gás natural.

Ao projetar os próximos passos do setor, Fernando Giachini Lopes reforça o caráter estruturante da certificação:

“É realmente um marco para o setor e as empresas interessadas já podem iniciar o processo de certificação junto ao Instituto Totum. Será um passo fundamental para estruturar esse mercado no Brasil com transparência, credibilidade e segurança regulatória”.

A consolidação de mecanismos como o CGOB tende a reduzir assimetrias de informação, aumentar a confiança entre agentes e acelerar a formação de um mercado mais líquido e competitivo.

Fonte: Portal Tratamento de Água

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O Instituto Totum foi credenciado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis(ANP) como o primeiro Agente Certificador de Origem (ACO) do Brasil, tornando-se a primeira entidade autorizada a certificar produtores de biometano para emissão do Certificado de Garantia de Origem de Biometano (CGOB).

Instituído pela Lei nº 14.993/2024, o CGOB é o instrumento que permitirá comprovar, de forma independente e auditável, que o biometanocomercializado possui origem renovável. Na prática, o certificado cria um sistema de rastreabilidade que conecta produção, certificação e consumo, alinhando o Brasil às melhores práticas internacionais de mercado.

A certificação é considerada fundamental para o desenvolvimento do setor, pois agrega valor ao biometano, amplia a confiança de compradores, especialmente grandes consumidores e empresas com metas ESG, e viabiliza novos modelos de negócios baseados em atributos ambientais.

Além disso, o avanço ocorre em um momento decisivo. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou recentemente a meta de biometano na descarbonização do mercado de gás natural, com a exigência mínima de 0,5% em 2026. Isso reforça a importância do agente certificador, que vai validar o CGOB, conferindo maior credibilidade ao processo. 

“A certificação de origem é o que transforma o biometano em um ativo ambiental rastreável. Com o CGOB criamos uma base sólida para expansão do setor e atração de investimentos. Nossa ideia é integrar o CGOB a certificação internacional I-TRACK(G)”, afirma Fernando Giachini Lopes, diretor geral do Instituto Totum. 

Além de garantir transparência, o CGOB também deve desempenhar papel relevante no cumprimento de metas de descarbonização, ao permitir que empresas comprovem a substituição de combustíveis fósseis por alternativas renováveis. 

Com o credenciamento como ACO, o Instituto Totum passa a atuar diretamente na validação dessas informações, assegurando que todo o processo siga critérios técnicos e regulatórios definidos pela ANP. 

O avanço ocorre em um momento de forte crescimento do biometano no Brasil, impulsionado pela disponibilidade de resíduos agroindustriais e pela necessidade de diversificação da matriz energética. “É realmente um marco para o setor e as empresas interessadas já podem iniciar o processo de certificação junto ao Instituto Totum. Será um passo fundamental para estruturar esse mercado no Brasil com transparência, credibilidade e segurança regulatória”, conclui Fernando Giachini Lopes.

Fonte: GLOBO RURAL

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Foi publicado ontem, 6/4, no Diário Oficial da União, o despacho que aprova o credenciamento do primeiro Agente Certificador de Origem (ACO) para realizar a certificação de produtores de biometano, visando à emissão do Certificado de Garantia de Origem de Biometano (CGOB).

A empresa foi o Instituto Totum de Desenvolvimento e Gestão Empresarial Ltda., primeira  a manifestar interesse no credenciamento como ACO, após a publicação da Resolução ANP nº 996/2026, que estabelece os requisitos para o credenciamento desse tipo de agente, entre outras diretrizes. O credenciamento foi concedido após a ANP avaliar que a entidade cumpre todos os padrões exigidos para a certificação de origem do biometano.

O credenciamento é um passo importante no âmbito do Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano, estabelecido pela Lei nº 14.993/2024 (Lei do Combustível do Futuro). A medida reforça o compromisso da ANP com a sustentabilidade e a inovação no setor energético.

Saiba mais sobre o Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano

Fonte: TN Petroleo

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